segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Resultados Econerge

Confira agora valores de redução de custos com energia elétrica de alguns dos nossos clientes, no mês de Janeiro/ 2011:


*H L Hotéis Ltda
R$ 4.255,15

*Grupo Via Sul
R$ 3.692.47

*Santa Casa de Misericórdia
R$ 2.348,61 

 

Energia eólica poderia abastecer 40% do Paraná


No campo energético, as diferentes matrizes disponíveis no Estado demonstram que há meios de se atender uma provável expansão da demanda do setor industrial que, só com o crescimento econômico registrado em 2010, aumentou 5,8%. Tal direcionamento já foi mencionado durante a posse do novo diretor da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer, que assumiu o compromisso de excelência nos serviços da empresa, ao mesmo tempo em que destacou a intenção de investir em mercados promissores, sobretudo, o de energia eólica. Energia essa que aqui apresenta potencial de ventos capaz de atender 40% do consumo atual de eletricidade. Conforme medições divulgadas pela própria Copel, a produção de energia eólica pode chegar a 3.375 megawatts. Isso equivale a algo próximo ao que é produzido por cinco grupos geradores de Itaipu.

Vento para isso tem. E a afirmação não é retórica. Na região Sul, o Paraná foi pioneiro nesse segmento ao investir na instalação da primeira usina eólica. Foi no município de Palmas, Sul do Estado, em 1999, com potência de 2,5 megawatts. A usina foi resultado de um trabalho minucioso - o Projeto Ventar - iniciado pela Copel em 1994. O estudo também deu origem ao primeiro Mapa do Potencial Eólico do Paraná, que utilizou 25 torres, com alturas de 18 a 20 metros, para medir os ventos a partir de um software dotado de recursos de geoprocessamento (GIS). A conclusão foi que, mesmo tendo um relevo bastante “enrugado”, o Estado possui 25 locais para a exploração do vento. Municípios do Sul, Centro-Sul e Centro, como Palmas, Guarapuava e Tibagi foram apontados como os lugares mais favoráveis ao desenvolvimento de parques eólicos, mas também foram consideradas viáveis áreas em Londrina, Maringá, Cascavel e na Serra do Mar.

Fonte: Paraná Online

Usina Jirau inicia transporte de transformadores ao canteiro de obras

PORTO VELHO - Está previsto para segunda-feira (31) o transporte do primeiro transformador da Usina Hidrelétrica Jirau, dos três que chegaram ao Porto Graneleiro de Porto Velho no dia 22 de janeiro.  A peça é um equipamento elétrico que tem a função de transformar a voltagem da energia gerada por grupo de quatro geradores, para tornar viável, econômica e tecnicamente, a transmissão da energia por meio das linhas de alta voltagem.

No dia 06 de fevereiro  deverá iniciar o segundo transporte e o terceiro no dia 13 de fevereiro, podendo haver alteração das datas, a ser previamente informada. A partir de então, a cada seis meses chegarão ao Porto dois transformadores, que serão transportados de forma unitária com intervalo de seis dias. Ao todo a Usina contará com 14 transformadores.

Fonte: Portal Amazônia.com

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Aneel discute novo padrão de medidor de energia


A Agência Nacional de Energia Elétrica realiza nesta quarta, dia 26, audiência pública para discutir características e funcionalidades mínimas que deverão conter os medidores eletrônicos que passarão a ser instalados em residências e estabelecimentos comerciais e industriais atendidos em baixa tensão. O prazo para o envio de contribuições vai até sexta, dia 28.
Depois desse período, as propostas serão analisadas pela área técnica e submetidas à apreciação da diretoria colegiada da Aneel. O novo medidor também deverá informar a tarifa por horário de consumo e permitir a comunicação remota entre consumidor e distribuidora para verificação do consumo, suspensão do fornecimento e religação do serviço.
Outra proposta é que o aparelho permita que o consumidor visualize o montante de energia consumida, identifique o posto tarifário corrente e as informações sobre a continuidade do fornecimento.

Fonte: Canal Rural

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Petrobras é a 3ª maior empresa de energia do mundo, segundo PFC Energy


A Petrobras avançou mais uma posição e passou do quarto para o terceiro lugar no ranking PFC Energy 50 – consultoria de energia com atuação junto a empresas e governos de todo o mundo.
Divulgado nesta segunda (24), a publicação lista as maiores empresas de energia do mundo em valor de mercado. Segundo publicação, a Petrobras completou dezembro de 2010 com US$ 228,9 bilhões, à frente de gigantes como a Shell e a Chevron, que ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posição.
As informações foram divulgadas pela própria Petrobras que ressalta, ainda, o fato de a consultoria PFC Energy ter destacado a “constante ascensão da Petrobras, que passou de 27º lugar, na primeira edição do ranking em 1999, para a terceira colocação em pouco mais de uma década”.
“Segundo a consultoria, o valor de mercado da companhia, que era de US$ 13,5 bilhões naquele ano, cresceu a uma taxa composta de 27% ao ano. Ainda de acordo com a PFC Energy, o recuo no preço das ações da Petrobras em 2010 foi compensado pela capitalização de US$ 67 bilhões”, diz a nota da estatal.
A PFC Energy publica anualmente o ranking das 50 maiores companhias de energia com ações em bolsa e tem como principal critério o desempenho no mercado de capitais. Fundada em 1984, a PFC Energy tem escritórios em Washington, Paris, Houston, Bahrain, Lausanne, Kuala Lumpur e Buenos Aires. As informações são da Agência Brasil.

Consumo de energia deve crescer menos em 2011, estima EPE

O consumo de energia elétrica no país deverá crescer 5,4% neste ano, de acordo com previsões da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia. Em 2010, a expansão em relação a 2009 foi de 7,8%.
O presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, explicou que a taxa de crescimento deste ano será menor do que a de 2010, porque em 2009 houve um baixo consumo, devido à crise econômica, e agora o setor está voltando à normalidade.
Para a indústria, o crescimento do consumo de energia em 2011 deverá ser de 5,3%, para as residências, de 5,2% e, para o comércio e serviços, de 7,3%.
Consumo em 2010 foi puxado pela indústria
Segundo a EPE, foram consumidos 419.016 gigawatts-hora (GWh) no país, no ano passado. O aumento do consumo, segundo a EPE, foi puxado principalmente pela expansão do gasto de energia da indústria. Com um aumento de 10,6%, a indústria contribuiu com mais da metade do crescimento do consumo geral e superou os valores de 2008, período anterior à crise financeira internacional.
Os setores residencial e comercial também mantiveram níveis elevados de crescimento no consumo, de acordo com a EPE. As residências tiveram um aumento de 6,3% e o setor de comércio e serviços, uma alta de 5,9% em relação ao ano anterior.