
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Saiba como economizar energia neste verão
O verão começa oficialmente no próxima dia 22 e o aumento do calor pode significar uma conta de luz mais salgada para a população. Em média, o consumo de energia cresce 18% em dezembro, quando comparado com julho, mês em que a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) registra o menor consumo do ano.
“O aumento de um grau centígrado na temperatura corresponde a um crescimento de 3% no consumo. Isso significa um incremento no consumo de energia, em um mês, de uma cidade como Caruaru, que tem cerca de 300 mil habitantes”, explica o gerente de gestão do mercado da Celpe, Wlademir Moura.
Os maiores vilões do consumo continuam sendo os aparelhos de ar-condicionado, chuveiros elétricos, ferros de passar e fornos elétricos. “As iluminações usadas na decoração natalina têm pouco impacto na conta dos consumidores residenciais, porque geralmente as lâmpadas têm baixa potência. As de LED ainda são mais econômicas”, aconselha Moura. No entanto, esse impacto aumenta se a decoração tiver mais lâmpadas e ficar acesa por muitas horas.
Geralmente, o aumento do consumo de energia pelos clientes residenciais é da ordem de 18% em dezembro. Além das famílias, o calor faz aumentar a quantidade de energia usada por outros clientes da Celpe, como o industrial, comercial, o rural e o poder público.
Isso ocorre porque este mês a produção industrial está em alta; o comércio estende o horário de funcionamento por causa das vendas do final do ano; e muitos dos clientes rurais da empresa usam a energia para fazer algum tipo de irrigação e, nesta época, chove menos.
“Usar com parcimônia o ar-condicionado é fundamental para não estourar a conta de energia”, lembra Wlademir Moura. Ele argumenta que o consumidor deve começar a tirar proveito do ambiente da residência. “Utilizar a iluminação natural e colocar a geladeira num local ventilado são coisas que contribuem para diminuir o consumo”, conta.
Com o aumento do calor, alguns equipamentos como as geladeiras precisam de mais energia para aumentar o seu desempenho. A geladeira pode ser uma vilã do consumo de energia. Se este eletrodoméstico estiver em mau estado de conservação, pode representar até 30% da conta de luz de uma residência. Além de ficar em local ventilado, ela deve estar longe de qualquer fonte de calor e com um espaço mínimo de 15 centímetros de paredes e armários.
“E, por último, o consumidor deve lembrar da economia de energia, quando vai comprar os eletrodomésticos, adquirindo os produtos que têm o selo do Procel”, diz Moura. O Procel é uma iniciativa do governo federal que testa o uso eficiente da energia pelo equipamento.
“O aumento de um grau centígrado na temperatura corresponde a um crescimento de 3% no consumo. Isso significa um incremento no consumo de energia, em um mês, de uma cidade como Caruaru, que tem cerca de 300 mil habitantes”, explica o gerente de gestão do mercado da Celpe, Wlademir Moura.
Os maiores vilões do consumo continuam sendo os aparelhos de ar-condicionado, chuveiros elétricos, ferros de passar e fornos elétricos. “As iluminações usadas na decoração natalina têm pouco impacto na conta dos consumidores residenciais, porque geralmente as lâmpadas têm baixa potência. As de LED ainda são mais econômicas”, aconselha Moura. No entanto, esse impacto aumenta se a decoração tiver mais lâmpadas e ficar acesa por muitas horas.
Geralmente, o aumento do consumo de energia pelos clientes residenciais é da ordem de 18% em dezembro. Além das famílias, o calor faz aumentar a quantidade de energia usada por outros clientes da Celpe, como o industrial, comercial, o rural e o poder público.
Isso ocorre porque este mês a produção industrial está em alta; o comércio estende o horário de funcionamento por causa das vendas do final do ano; e muitos dos clientes rurais da empresa usam a energia para fazer algum tipo de irrigação e, nesta época, chove menos.
“Usar com parcimônia o ar-condicionado é fundamental para não estourar a conta de energia”, lembra Wlademir Moura. Ele argumenta que o consumidor deve começar a tirar proveito do ambiente da residência. “Utilizar a iluminação natural e colocar a geladeira num local ventilado são coisas que contribuem para diminuir o consumo”, conta.
Com o aumento do calor, alguns equipamentos como as geladeiras precisam de mais energia para aumentar o seu desempenho. A geladeira pode ser uma vilã do consumo de energia. Se este eletrodoméstico estiver em mau estado de conservação, pode representar até 30% da conta de luz de uma residência. Além de ficar em local ventilado, ela deve estar longe de qualquer fonte de calor e com um espaço mínimo de 15 centímetros de paredes e armários.
“E, por último, o consumidor deve lembrar da economia de energia, quando vai comprar os eletrodomésticos, adquirindo os produtos que têm o selo do Procel”, diz Moura. O Procel é uma iniciativa do governo federal que testa o uso eficiente da energia pelo equipamento.
Fontes: Jornal do Commercio
Sony gera energia a partir de papel picado

“É o mesmo mecanismo que os cupins utilizam para comer madeira e dali retirar energia”, explicou Chisato Kitsukawa, relações públicas da Sony durante a feira Eco-Products 2011 em Tóquio. “As biobaterias são sustentáveis e têm um grande potencial, pois não usam metais nem elementos químicos que prejudiquem a natureza”.
A apresentação do projeto foi feita na feira de produtos verdes no Japão. No estande da empresa, as crianças podiam colocar papel em uma mistura de água e enzimas, mexer e esperar alguns minutos para ver o líquido se transformar em fonte de eletricidade, que servia para acionar um pequeno ventilador.
O protótipo da Sony utiliza pedaços de papelão ondulado. São usadas enzimas para quebrar as moléculas do papel e o açúcar resultante é processado por um outro grupo de enzimas até chegar a íons e elétrons de hidrogênio.
Os elétrons viajam em um circuito externo para gerar eletricidade, enquanto os íons de hidrogênio se combinam com oxigênio do ar para criar água.
Infelizmente, a tecnologia da Sony está longe de atingir viabilidade comercial, pois ainda gera pouca energia. Até agora, a biobateria conseguiu alimentar somente um MP3 player e está longe de ter a mesma capacidade dos modelos convencionais.
A Sony apresentou a tecnologia pela primeira vez em 2007. De lá para cá, a companhia japonesa conseguiu reduzir o tamanho da biobateria ao de um cartão de Natal, que toma "Jingle Bells".
Fontes: Época
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Energia Renovável: na mira dos investimentos
Pela primeira vez, o Brasil figura entre os dez países mais atrativos para receber investimentos em energias renováveis. Segundo o Renewable energy country attractiveness indices, ranking trimestral elaborado pela Ernst & Young, o País ocupa agora a 10ª posição da lista – uma acima da registrada no trimestre anterior e oito acima na comparação com o terceiro trimestre de 2010. A melhora da posição brasileira deve-se, sobretudo, à energia eólica.
O relatório – que fornece scores, em 40 países, para mercados nacionais de energias renováveis, infraestrutura e sua adequação para tecnologias individuais – afirma que o terceiro trimestre de 2011 foi um bom momento para desenvolvedores da energia eólica no Brasil, com a realização de quatro leilões que forneceram oportunidades para remodelar o mercado de energético do País. A energia eólica chamou a atenção porque, pela primeira vez, seu preço caiu abaixo do da eletricidade gerada pelo gás natural.
“O ranking mostra o amadurecimento do segmento eólico dentro da matriz energética brasileira”, avalia Luiz Claudio Campos, sócio de Transações da Ernst & Young Terco. “Há exatamente um ano, o Brasil estava na 18ª posição no ranking. Em um futuro próximo, o País pode ocupar uma posição de ainda mais destaque, provavelmente devido ao setor eólico.”
Os recentes leilões provaram que, por aqui, gás natural e energia eólica podem competir diretamente no mercado. Analistas de mercado sugerem diversas razões para o bom resultado do País, incluindo a recente chegada de fornecedores chineses de equipamentos, o que pode levar fornecedores locais a reduzirem seus preços para continuar competitivos. O baixo custo alcançado nos leilões também pode ser o resultado de um número crescente de fabricantes de turbinas no Brasil.
“Além disso, a desaceleração econômica causou a paralisação de diversos projetos na Europa, o que pode ter movido investidores para outros mercados com potencial de crescimento, como o Brasil”, afirma o sócio da Ernst & Young Terco.
Outros mercados - Enquanto os países desenvolvidos continuam focados em cortar custos e com problemas de dívida, países
emergentes – e sua insaciável busca por energia – aparecem como a força por trás dos investimentos em energias renováveis.
A balança de poder está claramente mudando, com o Leste Europeu, o Oriente Médio, o Norte da África, o Sudeste da Ásia e a América Latina agora representando o futuro para a energia renovável, enquanto a indústria se adapta a um mundo em transformação. Países como Argentina, Hungria, Israel, Tunísia e Ucrânia aparecendo pela primeira vez nos índices, com todos compartilhando uma necessidade por mais energia renovável.
“A maturidade dos mercados de energia renovável na Europa Ocidental e nos EUA sofreram um golpe com a redução dos incentivos do governo, acesso restrito a capital e competição crescente de outros países”, diz Luiz Claudio Campos. “Ao mesmo tempo estamos vendo um forte apoio para energias renováveis em países emergentes. Esses mercados, com uma crescente demanda por energia, estão aproveitando a oportunidade para garantir um futuro com baixa emissão de carbono e eficiência de recursos. Nos últimos dois anos, 15 países emergentes foram adicionados ao ranking da Ernst & Young”, completa.
A China continua no topo do ranking geral. No entanto, o potencial de crescimento anterior diminuiu, e um processo rígido de aprovação de novos projetos de energia eólica está gerando um excesso de oferta de turbinas e fabricantes estão procurando agora por novos mercados para exportar.
Os EUA também caíram um ponto devido à expiração do programa nacional de garantia de crédito e à continuada incerteza a respeito do futuro do programa de subvenções do Tesouro e créditos fiscais de produção. Também houve uma queda na confiança do investidor no setor solar após a falência de três grandes fabricantes. Os EUA estão agora quatro pontos atrás da China e apenas um ponto à frente da Alemanha. No Reino Unido, a confiança do investidor sofreu um golpe com a forte queda nas taxas da chamada feed-in-tariff (FIT).
Ernst & Young e sobre a Ernst & Young Terco-A Ernst & Young é líder global em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e consultoria. Em todo o mundo, a empresa tem 152 mil colaboradores unidos por valores pautados pela ética e pelo compromisso constante com a qualidade. A empresa faz a diferença ajudando colaboradores, clientes e as comunidades em que atua a atingirem todo seu potencial.
No Brasil, a Ernst & Young Terco é a mais completa empresa de consultoria e auditoria com mais de 4.100 profissionais que dão suporte e atendimento a mais de 3.400 clientes de grande, médio e pequeno portes, sendo que 117 companhias são listadas na CVM (dado referente a dezembro de 2010) e fazem parte da carteira especial da equipe de auditoria.
O relatório – que fornece scores, em 40 países, para mercados nacionais de energias renováveis, infraestrutura e sua adequação para tecnologias individuais – afirma que o terceiro trimestre de 2011 foi um bom momento para desenvolvedores da energia eólica no Brasil, com a realização de quatro leilões que forneceram oportunidades para remodelar o mercado de energético do País. A energia eólica chamou a atenção porque, pela primeira vez, seu preço caiu abaixo do da eletricidade gerada pelo gás natural.
“O ranking mostra o amadurecimento do segmento eólico dentro da matriz energética brasileira”, avalia Luiz Claudio Campos, sócio de Transações da Ernst & Young Terco. “Há exatamente um ano, o Brasil estava na 18ª posição no ranking. Em um futuro próximo, o País pode ocupar uma posição de ainda mais destaque, provavelmente devido ao setor eólico.”
Os recentes leilões provaram que, por aqui, gás natural e energia eólica podem competir diretamente no mercado. Analistas de mercado sugerem diversas razões para o bom resultado do País, incluindo a recente chegada de fornecedores chineses de equipamentos, o que pode levar fornecedores locais a reduzirem seus preços para continuar competitivos. O baixo custo alcançado nos leilões também pode ser o resultado de um número crescente de fabricantes de turbinas no Brasil.
“Além disso, a desaceleração econômica causou a paralisação de diversos projetos na Europa, o que pode ter movido investidores para outros mercados com potencial de crescimento, como o Brasil”, afirma o sócio da Ernst & Young Terco.
Outros mercados - Enquanto os países desenvolvidos continuam focados em cortar custos e com problemas de dívida, países
emergentes – e sua insaciável busca por energia – aparecem como a força por trás dos investimentos em energias renováveis.
A balança de poder está claramente mudando, com o Leste Europeu, o Oriente Médio, o Norte da África, o Sudeste da Ásia e a América Latina agora representando o futuro para a energia renovável, enquanto a indústria se adapta a um mundo em transformação. Países como Argentina, Hungria, Israel, Tunísia e Ucrânia aparecendo pela primeira vez nos índices, com todos compartilhando uma necessidade por mais energia renovável.
“A maturidade dos mercados de energia renovável na Europa Ocidental e nos EUA sofreram um golpe com a redução dos incentivos do governo, acesso restrito a capital e competição crescente de outros países”, diz Luiz Claudio Campos. “Ao mesmo tempo estamos vendo um forte apoio para energias renováveis em países emergentes. Esses mercados, com uma crescente demanda por energia, estão aproveitando a oportunidade para garantir um futuro com baixa emissão de carbono e eficiência de recursos. Nos últimos dois anos, 15 países emergentes foram adicionados ao ranking da Ernst & Young”, completa.
A China continua no topo do ranking geral. No entanto, o potencial de crescimento anterior diminuiu, e um processo rígido de aprovação de novos projetos de energia eólica está gerando um excesso de oferta de turbinas e fabricantes estão procurando agora por novos mercados para exportar.
Os EUA também caíram um ponto devido à expiração do programa nacional de garantia de crédito e à continuada incerteza a respeito do futuro do programa de subvenções do Tesouro e créditos fiscais de produção. Também houve uma queda na confiança do investidor no setor solar após a falência de três grandes fabricantes. Os EUA estão agora quatro pontos atrás da China e apenas um ponto à frente da Alemanha. No Reino Unido, a confiança do investidor sofreu um golpe com a forte queda nas taxas da chamada feed-in-tariff (FIT).
Ernst & Young e sobre a Ernst & Young Terco-A Ernst & Young é líder global em serviços de auditoria, impostos, transações corporativas e consultoria. Em todo o mundo, a empresa tem 152 mil colaboradores unidos por valores pautados pela ética e pelo compromisso constante com a qualidade. A empresa faz a diferença ajudando colaboradores, clientes e as comunidades em que atua a atingirem todo seu potencial.
No Brasil, a Ernst & Young Terco é a mais completa empresa de consultoria e auditoria com mais de 4.100 profissionais que dão suporte e atendimento a mais de 3.400 clientes de grande, médio e pequeno portes, sendo que 117 companhias são listadas na CVM (dado referente a dezembro de 2010) e fazem parte da carteira especial da equipe de auditoria.
Fontes: Ambiente Energia
Energias renováveis: Brasil na mão certa
Durante audiência com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, na quinta-feira, 1 de dezembro, em Brasília, a diretora executiva da Agência Internacional de Energia (AIE), Maria van der Hoeven, elogiou o sucesso dos leilões de compra de energia realizados pelo governo brasileiro, principalmente os de eólica, devido ao volume de projetos associados e a aos preços obtidos. No último leilão de eólica do país, realizado em agosto deste ano, o MWh de energia foi fixado em R$ 99,8 , sendo pela primeira vez mais competitivo que o gás natural.
Maria van der Hoeven destacou a opção do Brasil por manter uma matriz energética baseada em fontes limpas e renováveis e pediu ao ministro que explicasse o funcionamento do modelo brasileiro de leilões que asseguram modicidade tarifária em benefício da população. Ela considerou “impressionantes” os resultados dos recentes leilões, especialmente o de eólica, que chegou a “ preços impensáveis na Europa”, segundo ela.
Informada sobre os resultados do programa Luz Para Todos, que em oito anos levou energia a mais de 14 milhões de brasileiros das áreas rurais, a diretora disse ter ficado impressionada com os números.
Maria van der Hoeven aproveitou a oportunidade para convidar o ministro Edison Lobão a participar do grupo coordenador das atividades programadas para o “2012 Sustainable Energy For All” (Energia Sustentável Para Todos), iniciativa da Organização das Nações Unidas destinada a reduzir a exclusão elétrica no mundo. Dados da AIE revelam que 1,3 bilhão de pessoas vivem hoje sem energia.
A diretora da AIE entregou ao ministro Lobão um exemplar do World Energy Outlook 2001, relatório anual sobre a situação energética mundial, lançado oficialmente no Brasil em solenidade realizada nesta sexta-feira, 02 de dezembro, na sede do Ministério de Minas e Energia.
Maria van der Hoeven referiu-se ao papel de destaque que o Brasil passou a assumir recentemente no cenário energético mundial, “notadamente no que se refere às energias renováveis e limpas”. Destacou ainda as recentes descobertas de petróleo e gás natural na área do pré-sal e elogiou o progresso tecnológico do país na exploração em águas profundas.
Segundo a diretora, a AIE aderiu ao programa “Desenvolvimento Sustentável em Hidroleletricidade”, liderado pelo Brasil no âmbito do Forum Ministerial de Energia Limpa (Clean Energy Ministerial- CEM). Van der Hoeven também acentuou a colaboração entre o MME e a Agência, com apoio do Cepel (Centro de Pesquisa de Energia Elétrica) para a produção do Mapa de Rotas Tecnológicas em Hidroeletricidade.
O ministro Edison Lobão reafirmou o compromisso do Brasil com a produção de energia baseada em fontes limpas e renováveis. A diretora da Agência disse que “o Brasil caminha no rumo certo” e prometeu defender internacionalmente a construção da Usina de Belo Monte. Ela atribuiu as campanhas contra Belo Monte como fruto do desconhecimento do projeto e devido à memória do que ocorreu durante a construção da hidrelétrica de Três Gargantas, na China.
Maria van der Hoeven destacou a opção do Brasil por manter uma matriz energética baseada em fontes limpas e renováveis e pediu ao ministro que explicasse o funcionamento do modelo brasileiro de leilões que asseguram modicidade tarifária em benefício da população. Ela considerou “impressionantes” os resultados dos recentes leilões, especialmente o de eólica, que chegou a “ preços impensáveis na Europa”, segundo ela.
Informada sobre os resultados do programa Luz Para Todos, que em oito anos levou energia a mais de 14 milhões de brasileiros das áreas rurais, a diretora disse ter ficado impressionada com os números.
Maria van der Hoeven aproveitou a oportunidade para convidar o ministro Edison Lobão a participar do grupo coordenador das atividades programadas para o “2012 Sustainable Energy For All” (Energia Sustentável Para Todos), iniciativa da Organização das Nações Unidas destinada a reduzir a exclusão elétrica no mundo. Dados da AIE revelam que 1,3 bilhão de pessoas vivem hoje sem energia.
A diretora da AIE entregou ao ministro Lobão um exemplar do World Energy Outlook 2001, relatório anual sobre a situação energética mundial, lançado oficialmente no Brasil em solenidade realizada nesta sexta-feira, 02 de dezembro, na sede do Ministério de Minas e Energia.
Maria van der Hoeven referiu-se ao papel de destaque que o Brasil passou a assumir recentemente no cenário energético mundial, “notadamente no que se refere às energias renováveis e limpas”. Destacou ainda as recentes descobertas de petróleo e gás natural na área do pré-sal e elogiou o progresso tecnológico do país na exploração em águas profundas.
Segundo a diretora, a AIE aderiu ao programa “Desenvolvimento Sustentável em Hidroleletricidade”, liderado pelo Brasil no âmbito do Forum Ministerial de Energia Limpa (Clean Energy Ministerial- CEM). Van der Hoeven também acentuou a colaboração entre o MME e a Agência, com apoio do Cepel (Centro de Pesquisa de Energia Elétrica) para a produção do Mapa de Rotas Tecnológicas em Hidroeletricidade.
O ministro Edison Lobão reafirmou o compromisso do Brasil com a produção de energia baseada em fontes limpas e renováveis. A diretora da Agência disse que “o Brasil caminha no rumo certo” e prometeu defender internacionalmente a construção da Usina de Belo Monte. Ela atribuiu as campanhas contra Belo Monte como fruto do desconhecimento do projeto e devido à memória do que ocorreu durante a construção da hidrelétrica de Três Gargantas, na China.
Fontes: Ambiente Energia
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Energia eólica se expande
A ampla faixa atlântica do Ceará, beneficiada pelos ventos alísios, está ganhando nova atividade ao sediar as matrizes da produção de energia eólica(dos ventos), representadas pelos conjuntos de centrais aerogeradores. O Estado já dispõe de 17 parques eólicos em operação, enquanto estão projetados 37 outros, espalhados entre o litoral de Camocim e os limites do Ceará com o Rio Grande do Norte.
Como parte desse processo de expansão, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema ) vem de aprovar mais dois projetos para a construção de complexos eólicos em Paraipaba e Amontada, no litoral oeste. Esse tipo de energia limpa, dispondo de vasto potencial originado nos ventos, tem encontrado no País um largo campo para se expandir, alinhando-se às nações desenvolvidas e em desenvolvimento, em busca da consolidação dessa nova matriz energética.
Do Rio Grande do Sul, ao Rio Grande do Norte, da Bahia ao Ceará há um esforço continuado, resultante da sensibilidade de investidores interessados em explorar um filão energético ainda pouco aproveitado industrialmente. Estes dois últimos projetos aprovados no Ceará trazem uma peculiaridade: seus aerogeradores ficarão implantados em regiões de tabuleiros pré-litorâneos, ao contrário dos projetos anteriores fincados especialmente em topos de dunas.
O complexo de Paraipaba disporá de quatro centrais geradoras distribuídas numa área de 1.179 hectares, nos quais serão fincados 46 aerogeradores com 97 metros de altura. O empreendimento de Amontada terá um complexo eólico com 35 aerogeradores, distribuídos por três centrais instaladas numa área de 689 hectares. Essa modalidade de geração energética não impede o aproveitamento das áreas agricultáveis do entorno dos equipamentos aéreos com o plantio de culturas agrícolas, pois os geradores ocupam entre 5% e 15% dos espaços.
O Brasil se transformou, nos últimos tempos, no quinto maior investidor em energias renováveis no mundo, mobilizando, para tanto, US$ 7 bilhões. Dados publicados pela ONU comprovam uma nova realidade: os investimentos mundiais em inovação tecnológica de energias alternativas suplantam as inversões financeiras em tecnologia energética de origem fóssil. Externamente, os investimentos reservados a energias limpas já alcançam US$ 211 bilhões. Até 2004, não superavam US$ 33 bilhões. A expansão média tem sido de 40%, enquanto a crise mundial vem freando os investimentos nas demais áreas de avanços tecnológicos. Para a ONU, essa alternativa será a única capaz de atender aos desafios da demanda por energia, reduzindo, ao mesmo tempo, as emissões de CO². No mundo ainda há 1,4 bilhão de pessoas sem acesso à energia elétrica.
Desde 2010, a China lidera as inversões para a produção de energias renováveis, de modo a superar a sua dependência de petróleo, aplicando US$ 49 bilhões. O segundo lugar é da Alemanha, com US$ 41 bilhões, sequenciada pelos Estados Unidos da América e a Itália. O Brasil aplica nesse mercado, atualmente, duas vezes mais do que os 53 países africanos juntos. Daí o leque representado pelo etanol, energia solar e energia dos ventos como alternativas à matriz fóssil.
Como parte desse processo de expansão, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema ) vem de aprovar mais dois projetos para a construção de complexos eólicos em Paraipaba e Amontada, no litoral oeste. Esse tipo de energia limpa, dispondo de vasto potencial originado nos ventos, tem encontrado no País um largo campo para se expandir, alinhando-se às nações desenvolvidas e em desenvolvimento, em busca da consolidação dessa nova matriz energética.
Do Rio Grande do Sul, ao Rio Grande do Norte, da Bahia ao Ceará há um esforço continuado, resultante da sensibilidade de investidores interessados em explorar um filão energético ainda pouco aproveitado industrialmente. Estes dois últimos projetos aprovados no Ceará trazem uma peculiaridade: seus aerogeradores ficarão implantados em regiões de tabuleiros pré-litorâneos, ao contrário dos projetos anteriores fincados especialmente em topos de dunas.
O complexo de Paraipaba disporá de quatro centrais geradoras distribuídas numa área de 1.179 hectares, nos quais serão fincados 46 aerogeradores com 97 metros de altura. O empreendimento de Amontada terá um complexo eólico com 35 aerogeradores, distribuídos por três centrais instaladas numa área de 689 hectares. Essa modalidade de geração energética não impede o aproveitamento das áreas agricultáveis do entorno dos equipamentos aéreos com o plantio de culturas agrícolas, pois os geradores ocupam entre 5% e 15% dos espaços.
O Brasil se transformou, nos últimos tempos, no quinto maior investidor em energias renováveis no mundo, mobilizando, para tanto, US$ 7 bilhões. Dados publicados pela ONU comprovam uma nova realidade: os investimentos mundiais em inovação tecnológica de energias alternativas suplantam as inversões financeiras em tecnologia energética de origem fóssil. Externamente, os investimentos reservados a energias limpas já alcançam US$ 211 bilhões. Até 2004, não superavam US$ 33 bilhões. A expansão média tem sido de 40%, enquanto a crise mundial vem freando os investimentos nas demais áreas de avanços tecnológicos. Para a ONU, essa alternativa será a única capaz de atender aos desafios da demanda por energia, reduzindo, ao mesmo tempo, as emissões de CO². No mundo ainda há 1,4 bilhão de pessoas sem acesso à energia elétrica.
Desde 2010, a China lidera as inversões para a produção de energias renováveis, de modo a superar a sua dependência de petróleo, aplicando US$ 49 bilhões. O segundo lugar é da Alemanha, com US$ 41 bilhões, sequenciada pelos Estados Unidos da América e a Itália. O Brasil aplica nesse mercado, atualmente, duas vezes mais do que os 53 países africanos juntos. Daí o leque representado pelo etanol, energia solar e energia dos ventos como alternativas à matriz fóssil.
Fontes: Diário do Nordeste
Energia limpa no Nordeste
Na segunda reportagem sobre energia eólica no Nordeste, o jornal Valor diz que os "Parques eólicos valem uma Belo Monte". De Parazinho/RN, a repórter diz que a CPFL Renováveis arrendou 2,2 mil hectares para erguer 98 torres eólicas. Os investimentos em eólicas em todo o país vão somar R$ 30 bilhões até 2014 para que 280 parques sejam erguidos, com capacidade de gerar mais de 7,2 mil megawatts (MW) de energia - metade para consumo efetivo. São números comparáveis com os da hidrelétrica de Belo Monte, a usina que tem gerado críticas até de artistas globais. Adianta ainda que "os ventos potiguares são tão promissores que até 2014 o Estado vai abrigar sozinho um terço de todos os investimentos do país para a construção de 83 parques com capacidade de gerar 2,3 mil MW".
Para a reportagem, "o que não se pode comparar entre Belo Monte e eólicas é a ampla aceitação que os projetos de ventos ganharam entre ambientalistas, que acreditam ser uma das formas de geração de energia mais limpas do mundo. Nessa onda, tradicionais geradoras de energia hidrelétrica= começaram a investir pesado nesse segmento para se tornarem "renováveis".
A Riachuelo inaugurou a 41ª loja no Estado de São Paulo, sendo a 9ª na capital paulista. Instalada no Mooca Plaza Shopping, o espaço surge dentro do novo conceito arquitetônico. A rede potiguar também inaugurou a terceira loja no litoral paulista, na última sexta-feira (25). Fica na cidade de Caraguatatuba, no Serramar Parque Shopping.
Na disputa do mercado de automóveis no País, a Fiat lidera as vendas de automóveis no ano com 22,58%, seguida da Volkswagen, com 22,18%. Em terceiro, a a General Motors, com 19,94%, a Ford, com 9,25% das vendas, e a Renault, com 6,68%. As marcas não tradicionais (Mitubishi, Nissan, Toyota, Honda, etc), estão abocanhando fatias do mercado.
O final de ano está farto. São poucos os lugares em Natal ainda com datas para confraternizações. Até casas de recepções estão lotadas em grande parte do mês.
O governo vai deixar de faturar R$ 2,6 bilhões em impostos, com a redução da carga tributária de vários produtos, no pacote em vigor desde a última quinta-feira. Falta calcular quanto os governos estaduais e municípios mais pobres deixarão de receber, no Fundo de Participação, sem o IPI desses produtos. Para alguns economistas, o Governo deveria reduzir alíquota do Imposto de Renda, se quiser incentivar o consumo. Na opinião do economista da Unesp de Araraquara (Universidade Estadual Paulista), Elton Casagrande, a redução da alíquota do IR aumentaria o poder de compra da população de forma imediata, especialmente no início do ano, quando as pessoas precisam de recursos livres para pagar as contas.
Está começando o segundo embarque de minério de ferro pelo Porto de Natal. Terá um volume maior do que no primeiro embarque, segundo a Codern.
Mais uma pesquisa da CNI (indústria). Apurou junto ao empresariado que a crise externa pode comprometer os investimentos no País, em 2012. O estudo mostra que o acirramento da concorrência estimula as aplicações em projetos de inovação em produtos e processos. Para 75,7% dos empresários, as incertezas em relação ao desempenho da economia mundial podem comprometer os planos de expansão futuros.
A Rui Cadete Consultores incorpora mais uma ferramenta que aumenta a segurança das declarações federais elaboradas para seus clientes e enviadas à Receita Federal. O sistema Auditor Tributário Eletrônico Federal confronta e mostra em relatório os cruzamentos das declarações, apontando eventuais divergências na informação. É possível atingir o risco zero de erros e, consequentemente, evitar autuações e cobranças.
Na próxima semana, dias 5 e 6, em Fortaleza, o Banco do Nordeste, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente promove o Seminário Compras Públicas Sustentáveis. O objetivo é apresentar alternativas para inserção de critérios socioambientais nos processos de compras ou contratações de bens e serviços das entidades pertencentes à administração pública direta e indireta.
A Azul Linhas Aéreas comemora dois anos de operações em Natal com mais de 92 mil clientes transportados. Cerca de 4,5 mil clientes partem ou chegam de Natal com a Azul todos os meses, em uma frequência diária até Campinas/SP. Ainda, entre os dias 10 e 31 de janeiro, período de alta temporada e grande procura pelo destino turístico, a Azul oferecerá uma frequência adicional, que será operada diariamente. Já a aérea britânica British Airways comemora o aumento dos vôos Rio de Janeiro - Londres. A capacidade da companhia dobrou no último dia 30 de outubro, quando os voos passaram de três para seis por semana, em apenas três anos.
A Arituba Turismo lança três pacotes para o período do Carnaval 2012, com opções variadas. O primeiro roteiro é para a região da Indochina, com possibilidade de extensão à Indonésia e Cingapura. A segunda opção é o Caribe, a bordo do Nowegian Epic, um dos mais luxuosos navios do mundo. O terceiro pacote é para São Francisco e Las Vegas.
O Centro de Turismo de Natal, com 38 lojas e funcionando há 30 anos, passará por reforma e ampliação, com recursos do Prodetur Nacional. A empresa contratada já iniciou o desenvolvimento do projeto de arquitetura, urbanização e engenharia. O prédio é tombado pelo Patrimônio Histórico.
Para a reportagem, "o que não se pode comparar entre Belo Monte e eólicas é a ampla aceitação que os projetos de ventos ganharam entre ambientalistas, que acreditam ser uma das formas de geração de energia mais limpas do mundo. Nessa onda, tradicionais geradoras de energia hidrelétrica= começaram a investir pesado nesse segmento para se tornarem "renováveis".
A Riachuelo inaugurou a 41ª loja no Estado de São Paulo, sendo a 9ª na capital paulista. Instalada no Mooca Plaza Shopping, o espaço surge dentro do novo conceito arquitetônico. A rede potiguar também inaugurou a terceira loja no litoral paulista, na última sexta-feira (25). Fica na cidade de Caraguatatuba, no Serramar Parque Shopping.
Na disputa do mercado de automóveis no País, a Fiat lidera as vendas de automóveis no ano com 22,58%, seguida da Volkswagen, com 22,18%. Em terceiro, a a General Motors, com 19,94%, a Ford, com 9,25% das vendas, e a Renault, com 6,68%. As marcas não tradicionais (Mitubishi, Nissan, Toyota, Honda, etc), estão abocanhando fatias do mercado.
O final de ano está farto. São poucos os lugares em Natal ainda com datas para confraternizações. Até casas de recepções estão lotadas em grande parte do mês.
O governo vai deixar de faturar R$ 2,6 bilhões em impostos, com a redução da carga tributária de vários produtos, no pacote em vigor desde a última quinta-feira. Falta calcular quanto os governos estaduais e municípios mais pobres deixarão de receber, no Fundo de Participação, sem o IPI desses produtos. Para alguns economistas, o Governo deveria reduzir alíquota do Imposto de Renda, se quiser incentivar o consumo. Na opinião do economista da Unesp de Araraquara (Universidade Estadual Paulista), Elton Casagrande, a redução da alíquota do IR aumentaria o poder de compra da população de forma imediata, especialmente no início do ano, quando as pessoas precisam de recursos livres para pagar as contas.
Está começando o segundo embarque de minério de ferro pelo Porto de Natal. Terá um volume maior do que no primeiro embarque, segundo a Codern.
Mais uma pesquisa da CNI (indústria). Apurou junto ao empresariado que a crise externa pode comprometer os investimentos no País, em 2012. O estudo mostra que o acirramento da concorrência estimula as aplicações em projetos de inovação em produtos e processos. Para 75,7% dos empresários, as incertezas em relação ao desempenho da economia mundial podem comprometer os planos de expansão futuros.
A Rui Cadete Consultores incorpora mais uma ferramenta que aumenta a segurança das declarações federais elaboradas para seus clientes e enviadas à Receita Federal. O sistema Auditor Tributário Eletrônico Federal confronta e mostra em relatório os cruzamentos das declarações, apontando eventuais divergências na informação. É possível atingir o risco zero de erros e, consequentemente, evitar autuações e cobranças.
Na próxima semana, dias 5 e 6, em Fortaleza, o Banco do Nordeste, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente promove o Seminário Compras Públicas Sustentáveis. O objetivo é apresentar alternativas para inserção de critérios socioambientais nos processos de compras ou contratações de bens e serviços das entidades pertencentes à administração pública direta e indireta.
A Azul Linhas Aéreas comemora dois anos de operações em Natal com mais de 92 mil clientes transportados. Cerca de 4,5 mil clientes partem ou chegam de Natal com a Azul todos os meses, em uma frequência diária até Campinas/SP. Ainda, entre os dias 10 e 31 de janeiro, período de alta temporada e grande procura pelo destino turístico, a Azul oferecerá uma frequência adicional, que será operada diariamente. Já a aérea britânica British Airways comemora o aumento dos vôos Rio de Janeiro - Londres. A capacidade da companhia dobrou no último dia 30 de outubro, quando os voos passaram de três para seis por semana, em apenas três anos.
A Arituba Turismo lança três pacotes para o período do Carnaval 2012, com opções variadas. O primeiro roteiro é para a região da Indochina, com possibilidade de extensão à Indonésia e Cingapura. A segunda opção é o Caribe, a bordo do Nowegian Epic, um dos mais luxuosos navios do mundo. O terceiro pacote é para São Francisco e Las Vegas.
O Centro de Turismo de Natal, com 38 lojas e funcionando há 30 anos, passará por reforma e ampliação, com recursos do Prodetur Nacional. A empresa contratada já iniciou o desenvolvimento do projeto de arquitetura, urbanização e engenharia. O prédio é tombado pelo Patrimônio Histórico.
Fontes: Tribuna do Norte
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