No mês de janeiro, o preço da energia elétrica convencional para entrega a curto prazo no mercado brasileiro teve forte queda de 35,20%. No período, o preço mais alto registrado foi de R$ 68,23 MWh, em 03 de janeiro, enquanto que o mais baixo foi de R$ 39,66 MWh, no dia 12 de janeiro.
Em contrapartida, o Índice BRIX fechou o mês de janeiro a R$ 20,03 MWh com desvalorização de 9,57% em relação à cotação de 31 de dezembro. O patamar máximo do índice no mês foi de R$ 23,76 MWh, no dia 03 de janeiro, e o mínimo de R$ 16,51 MWh, em 10 de janeiro.
O PLD médio mensal publicado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – (CCEE) para o submercado SE/CO, que em dezembro foi de R$ 44,47 MWh, recuou para R$ 23,14 MWh até ó dia 31 de janeiro.
“Em janeiro, tivemos um grande volume de chuvas nas princ ipais bacias do Sudeste, quantidade bem acima do esperado, e isso influenciou fortemente no preço da energia”, explica Marcelo Mello, CEO da BRIX. Neste cenário, o Índice BRIX representou quase 50% do preço total da energia. “Isso demonstra o quanto o índice é um componente importante na formação do preço da energia e como ele pode ser determinante na estratégia de compra ou venda de energia no Mercado livre”, destaca o executivo.
Índice BRIX
O preço de energia elétrica convencional spot se tornou transparente por conta da publicação do índice BRIX, que captura diariamente o valor do prêmio praticado nas negociações entre os agentes do Ambiente de Contratação Livre (ACL) no submercado Sudeste (SE)/Centro-Oeste (CO).
O preço da energia elétrica de curto prazo é determinado pelo somatório dos valores do prêmio praticado no mercado, evidenciado pelo Índice BRIX, e do PLD (Preço de Liquidação das Diferenças), divulgado semanalmente pela CCEE
Fonte: Jornal Agora

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