quarta-feira, 30 de maio de 2012

Projeto no Rio transforma restos de comida em adubo e energia

Transformar restos de comida em adubo e energia para aquecimento de água, com baixo custo, é a meta de uma pesquisa da Fundação Osvaldo Aranha (UniFoa), em parceria com a prefeitura de Volta Redonda, sul fluminense, o Instituto de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e o governo do estado.

A partir do material orgânico descartado de um restaurante popular estadual, o coordenador do estudo Roberto Guião e alunos da engenharia ambiental da Unifoa misturam sobras de refeições com o resultado de podas e aparas dos vegetais em um processo de compostagem (decomposição de materiais orgânicos para transformá-los em adubo por meio da atuação de bactérias que também geram calor). Os resultados até o momento são animadores, de acordo com o Guião.

“O processo de compostagem tem mais de cinco mil anos. A novidade é tentar fazer o aproveitamento energético dela para aquecer a água. Já conseguimos 30 graus Celsius de ganho de água em relação à temperatura ambiente. Ainda é pouco para manter uma residência ou estabelecimento aquecido, mas já poderia poupar energia, e a pesquisa ainda está em curso. Os resultados são promissores”.

Com a técnica, o processamento dos resíduos sólidos orgânicos para fins de adubo e de energia poderá ser feito pelo próprio estabelecimento sem grandes custos, com um mínimo de emissões de metano possíveis.

O professor lembrou que os restos de alimentos representam mais de 50% do total dos resíduos orgânicos sólidos gerados diariamente no Brasil, sendo os principais responsáveis por emissões de gases de efeito estufa e pelo chorume nos aterros sanitários que contaminam o solo.

O adubo seria usado em jardins e áreas de reflorestamento. “Esse adubo orgânico evita a produção de fertilizantes que são produzidos à base de petróleo e minimiza a utilização de caminhões para a coleta de lixo. Enfim é um somatório de ganhos ambientais”, explicou o professor.

Se confirmada a viabilidade do projeto, a ideia é implantar o sistema gradativamente nos 16 restaurantes populares do estado e futuramente em outros órgãos do governo onde se produz grande quantidade de material orgânico, de acordo com a superintendente de Segurança Alimentar da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Cláudia Regina de Azevedo Fernandes. “Além de evitar o descarte de resíduos do solo, minimizando a erosão e transformando o lixo em adubo e energia, o projeto vai representar economia para os cofres públicos.”

Ele explica que, se os resultados forem positivos, a metodologia poderá ser implementada também em presídios, escolas e em locais com fornecimento de refeições diárias em grandes quantidades.

De julho a dezembro, o pesquisador dará sequência à segunda etapa da pesquisa na Universidade de Dresden, na Alemanha, para buscar a viabilidade da utilização desse tipo de compostagem caseira na geração de biogás. “Se esse material orgânico, depois de gerar calor, for colocado em um outro equipamento, sem oxigênio, ele começa a gerar o biogás rico em metano, ou seja, um duplo aproveitamento energético. Dessa sobra ainda será possível produzir adubo”, explicou o engenheiro.

Fontes: Jornal do Brasil

Brasil deve apresentar sobra de 1500 MW médios de energia em 2012

Análise da Trade Energy, comercializadora independente de energia, aponta que, para os próximos cinco anos, a média estimada para a sobra é de 3 GW médios, dado que representa uma oferta estrutural energética confortável para o país.

O balanço de energia elétrica no Brasil apresenta crescimento de oferta em fontes renováveis. De acordo com análise realizada pela Trade Energy, comercializadora independente de energia, a eólica é a que mais cresceu, com índice de 30% nos últimos doze meses. Já a energia proveniente de biomassa e das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) aponta um ritmo constante de expansão, de 10% a 15% ao ano. “A oferta total de energia em nosso país cresceu 4% em 2011, praticamente na mesma proporção do aumento da demanda”, afirma Regina Pimentel, assessora de Gestão de Riscos da Trade Energy.

A executiva ainda acrescenta que a energia solar começa a se inserir no mercado brasileiro. “Contudo, ela deverá ser destinada, principalmente, ao consumo local”, comenta. Outro dado importante do balanço de oferta e demanda é que, embora os últimos estudos do Plano Anual de Operação Energética, realizado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), tenham sofrido alteração, devido à retração no número de obras que entrarão em operação no período 2012-2016, ainda está evidente uma folga de garantia física nos requisitos de demanda de energia.

“A nossa estimativa é que, em 2012, a folga de oferta energética, com relação à demanda, deve ser de aproximadamente 1500 MW médios. Para os próximos cinco anos, este número deve ser entre 2 e 3 GW médios, ou seja, a oferta estrutural está confortável”, ressalta Regina. De acordo com a executiva, apesar desses dados, não significa que a energia está disponível para o mercado. “É necessário, primeiramente,verificar qual é a parcela de lastro físico adquirido e não utilizado, tanto das distribuidoras quanto pelos consumidores livres. Depois disso, parte desta sobra estaria disponível para o mercado”, enfatiza.

Outro fator que deve ser considerado é a distribuição dessa sobra entre geradores de energia convencional e de energia incentivada: os dois mercados, embora se intercomuniquem, têm preços diferentes, e esses preços estão atrelados ao equilíbrio mensal entre a oferta e a demanda.

Está destinada ao mercado livre boa parte da energia incentivada, vinda de fontes eólicas, PCHs e biomassa, o que atinge um pouco acima de 5% da demanda total nesse mercado. O restante é atendido pela energia convencional. Hoje, o mercado livre representa 27% de toda a demanda brasileira de energia, composto principalmente por consumidores industriais. “Este segmento tem potencial de alcançar até 55% da demanda nacional, desde que seja alterado a elegibilidade para toda alta tensão”, finaliza Regina Pimentel.

Sobre a Trade Energy: é uma comercializadora independente com foco nos consumidores livres de energia elétrica e também nos pequenos e médios produtores independentes de energia. A empresa tem grande experiência no setor, fornecendo energia elétrica para os seus clientes com qualidade e segurança. Para tanto, conta com uma equipe de excelência na gestão de consumidores livres, que irá avaliar e recomendar a melhor forma de contratação de energia elétrica, permitindo, desta forma, a otimização dos resultados de economia. Fundada em 1998, a empresa foi uma das primeiras comercializadoras autorizadas pela ANEEL para atuar no mercado livre de energia e a ingressar na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Fontes: Fator Brasil

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Conta de luz poderá ter redução de 20%

A conta de luz deverá ficar 20% mais barata. Este é o objetivo do governo federal e das empresas que vêm trabalhando em conjunto para acelerar a redução. Para que se torne realidade o mais rápido possível, vários encargos e impostos que compõem a estrutura tarifária devem ser reduzidos ou até zerados. A proposta vale para todos os consumidores de energia, incluindo pessoas físicas e indústria.

Em Pernambuco, a conta de luz teve um aumento médio de 5,41% em abril. O índice do reajuste da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) foi aprovado no dia 24 de abril pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e entrou em vigor sobre a energia consumida a partir do dia 30. O aumento aprovado pela agência ficou um pouco abaixo do que foi pedido pela Celpe, que era de 5,61%.

A ideia da presidente Dilma Rousseff, segundo fontes próximas ao Palácio do Planalto, é retirar da tarifa de energia todos os encargos de cunho social, usados para atender as populações de baixa renda. Os recursos para essas áreas viriam de outras fontes. Somente seriam mantidas na tarifa as taxas operativas, a exemplo da taxa de fiscalização usada para manter a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O governo quer zerar a Reserva Geral de Reversão (RGR) e estudos já estão sendo feitos por técnicos a pedido da presidente da República. A retirada total desse encargo da conta de energia vai significar uma redução de 1% na tarifa final .

A partir de 2013, a conta de luz deverá cair, sem qualquer esforço extra, em 2%. Somente a interligação do sistema de energia de Manaus com todo o resto do país,no próximo ano, significará economia de R$ 2,2 bilhões na Conta de Consumo de Combustíveis (CCC). Essa conta é um encargo pago por todos os consumidores de energia do país e serve para bancar o combustível das usinas termelétricas da região Norte. A parte usada em Manaus significa 40% da CCC.

Somente com a decisão da Aneel de estabelecer a CCC para este ano em R$ 3,222 bilhões, quase 50% menor do que em 2011, que chegou a R$ 5,9 bilhões, o consumidor já teve um ganho. O reajuste das tarifas de energia em 2012 vai ficar em média três pontos percentuais abaixo do previsto.

Com a extinção da Conta de Desenvolvimento Econômico (CDE), destinada à universalização, via programa "Luz para Todos" e a subsidiar a população de baixa renda, a queda na conta será de 4%.

Fontes: Diário de Pernambuco

Energia solar: projeto para Arena Amazônica

O diretor de geração, transmissão e operação para a capital da Eletrobras Amazonas Energia, Tarcísio Estefano Rosa, reuniu-se, na última semana, com o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas, Aírton Claudino, para analisar a possibilidade de implantar uma usina fotovoltaica no entorno do complexo do estádio Arena Amazônia. O projeto, com 6 MW de capacidade instalada, será instalado até 2014.

Segundo Claudino, a ideia é aproveitar a Copa do Mundo para incentivar a utilização de energia limpa no estado. Claudino acredita que a parceria com a Eletrobras Amazonas Energia é fundamental para o processo de instalação da usina. De acordo com o secretário, a reunião com a direção da concessionária de energia elétrica do Amazonas foi um passo importante para a viabilidade do projeto.

A Eletrobras Amazonas Energia teria participação de 33% do valor do investimento, que ainda não foi divulgado pela Secretaria de Planejamento. Além disso, a companhia de energia elétrica também será responsável pelo comissionamento e operação da usina fotovoltaica.

O secretário disse que o governo do estado vai procurar outras parcerias com o setor privado para ajudar na execução da obra.“Nosso objetivo nessa reunião foi iniciar o processo que irá possibilitar a implantação da usina fotovoltaica e, a partir desse projeto piloto, conseguir incentivar empresas especializadas na produção das placas fotovoltaicas para que possam vir se instalar no Amazonas”, afirmou Claudino.

A empresa planeja que, até 2014, Manaus esteja sendo toda abastecida por energia menos poluente do que a gerada pelo óleo diesel. Nos próximos dois anos, estão previstos projetos de geração com o uso do gás natural e de hidrelétricas.

Fontes: Ambiente Energia

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Energia viral: Eletricidade é gerada por vírus

Não fazer mal à saúde já é uma grande coisa quando se trata de vírus.

Mas um vírus comedor de bactérias, chamado bacteriófago M13, pode virar o jogo, e se transformar em uma nova opção no emergente campo da "colheita de energia", que busca dispositivos capazes de gerar potências suficientes para alimentar aparelhos eletrônicos portáteis.

A técnica mais usada nesses pequenos nanogeradores de energia emprega materiais piezoelétricos, que geram energia quando são submetidos a uma tensão mecânica - quando são apertados ou dobrados.

Seung-Wuk Lee e seus colegas do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, nos Estados Unidos, queriam uma opção mais biológica e mais "verde" do que as ligas piezoelétricas tradicionais.

Eles se voltaram então para um material biológico que possui a propriedade da piezoeletricidade: vírus geneticamente modificados.

Já existem várias pesquisas usando os vírus bacteriófagos M13, inclusive na construção de baterias, mas ninguém até hoje havia demonstrado que eles são piezoelétricos.

Os pesquisadores demonstraram que o efeito é gerado por proteínas em formato de mola, localizadas na capa externa do vírus.

Como o efeito não era muito forte, eles usaram engenharia genética para adicionar quatro aminoácidos com carga negativa em uma das extremidades da proteína helicoidal.

Essas moléculas aumentam a diferença de carga entre as extremidades positiva e negativa da proteína, aumentando a energia gerada pelo vírus.

As vantagens começaram na hora de fabricar o biogerador: os vírus são bem comportados e organizam-se autonomamente, formando um filme sobre o substrato que o projetista escolher.

E, como um bom vírus, ele se multiplica rapidamente, alcançando a cifra de milhões em algumas horas, o que significa que nunca faltará matéria-prima para os biogeradores.

O nanogerador foi construído sobre um material flexível, para poder ser flexionado ou comprimido, de forma a extrair a energia dos vírus.

O efeito foi aumentado usando várias camadas do vírus. Os testes indicaram que 20 camadas produzem o efeito piezoelétrico mais forte.

O protótipo produz 400 milivolts de tensão, e fornece uma corrente de 6 nanoamperes, suficiente para alimentar um módulo LCD.

"Nós estamos trabalhando em formas de melhorar esse protótipo," disse Lee. "Como as ferramentas da biotecnologia permitem a fabricação em larga escala de vírus geneticamente modificados, materiais piezoelétricos baseados em vírus poderão oferecer uma rota simples para alimentar os aparelhos microeletrônicos do futuro."

Os pesquisadores afirmam que pretendem construir uma versão do biogerador piezoelétrico com potência suficiente para transformar um sapato em um gerador de energia.

Fontes: Inovação Tecnológica 

Comunidades isoladas no Norte são atendidas com energia solar

Depois de levar energia elétrica a quase 12 milhões de pessoas que vivem em áreas rurais, o Programa Luz para Todos enfrenta agora a sua fase mais complexa: atender a cerca de 30 mil comunidades isoladas, localizadas principalmente na Região Norte do País. Para chegar a locais onde não há possibilidade de fazer ligações elétricas convencionais, o Ministério de Minas e Energia está investindo em energias alternativas, especialmente a solar.

O sistema já funciona em comunidades do Amazonas, nos municípios de Novo Airão, Eirunepé, Beruri, Barcelos, Autazes e Maués, atendendo a 222 residências, com investimento total de R$ 5,5 milhões.

Para o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner, atender às localidades isoladas com energia solar é mais vantajoso financeiramente do que fazer a ligação por extensão de rede, que exige a instalação de postes e linhas de transmissão em áreas muito afastadas. "Se busca sempre fazer a forma mais econômica, dentro de um padrão de qualidade", diz o secretário.

De acordo com o coordenador da campanha Clima e Energia do Greenpeace Brasil, Ricardo Baitelo, o uso de energias renováveis pode ser uma boa solução para que o Luz para Todos possa atingir suas metas. "Por mais que o programa já tenha atendido bastante gente, ainda há uma porcentagem da população que não foi atendida. Para isso, achamos que a aplicação de energia solar deve aumentar, assim como outras iniciativas. Em qualquer região do País há potencial de sol, vento, biomassa ou de um pequeno aproveitamento hídrico. As energias renováveis podem dar conta de atender ao final do programa."

O Luz para Todos também está utilizando cabos subaquáticos para as comunidades de ilhas fluviais e oceânicas, além de postes de fibra que, por flutuar e poderem ser transportados até em canoas, facilitam o deslocamento principalmente na região amazônica.

A meta do programa, entre 2011 e 2014, é fazer 716 mil ligações, sendo que 39% já tinham sido cumpridos até o fim de março.

Fontes: Terra

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sem usinas nucleares, Japão corre risco de falta de energia

O desligamento da última usina nuclear japonesa e o fracasso do governo em convencer a população sobre retomar a produção de energia em dezenas de reatores deixam a terceira maior economia do mundo com o risco de ter mais um verão de falta de energia.

A Hokkaido Electric Power desligou a usina nuclear no sábado, o último dos 50 reatores do Japão a ser inutilizado. É a primeira vez desde 1970 que o Japão se vê livre da energia nuclear.

A economia japonesa dependeu grandemente da energia nuclear por décadas, com seus reatores fornecendo quase 30 por cento da carga necessária, mas o terremoto e a crise nuclear do ano passado colocaram a população contra a energia atômica.

Ministros não conseguiram convencer os japoneses a permitirem o religamento das usinas, desligadas uma a uma para manutenção. O jornal Asahi afirmou que a opinião pública está oscilante entre o medo da energia nuclear e as dúvidas sobre a vida no Japão sem ela.

"A população não deve só criticar (o governo), mas tomar a decisão sobre a política energética, que envolve ônus e responsabilidades, como cooperar na economia de energia", afirmou o diário em editorial, neste domingo.

O governo espera ter uma estimativa da situação energética até meados de maio, para produzir um plano de economia. No entanto, estabelecer uma política de longo prazo ou um cronograma para religar as usinas vai tomar tempo, uma vez que há uma grande oposição popular e um Parlamento dividido, que travou as votações, dizem analistas.

Fontes: Terra

Energia sustenta ligeira subida do volume de negócios da indústria no primeiro trimestre

O volume de negócios da indústria caiu 1,3% em Março, face ao mesmo mês do ano passado, limitando a progressão do índice no primeiro trimestre para 0,8% em termos homólogos, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O ligeiro aumento trimestral foi determinado pelo forte crescimento do volume de negócios da energia, que aumentou 10,3% em Março, depois de ter chegado a crescer 28,6% em Fevereiro e 23,1% em Janeiro.

De acordo com o INE, se o agrupamento “energia” não fosse contabilizado, o volume de negócios da indústria cairia em termos homólogos 3,8%. Aquele que diz respeito aos bens de consumo caiu 6,9%, o que se refere aos bens intermédios contraiu 5,5%, enquanto o dos bens de investimento subiu 1,6%.

As vendas no mercado interno recuaram em Março 7,6% (tinham caído 5,3% no mês anterior). Para o exterior, continuaram a crescer, mas o ritmo abrandou: face a Março do ano passado, subiram 8,4% (contra 11% no mês anterior).

Contabilizando apenas o mercado nacional, os bens intermédios deram “o contributo negativo mais influente para a variação do índice”, por causa de uma quebra no volume de negócios de 12,4% em termos homólogos. E também o dos bens de consumo caiu 10,6% e o dos bens de investimento diminuiu 6,5%.

Apesar de o agrupamento “energia” ter registado globalmente um crescimento de 10,3% em Março, caiu no mercado interno 0,3%, o que significa que o índice foi sustentado pela subida de 57,6% no mercado externo.

O INE revela ainda dados sobre o emprego na indústria, cujo índice voltou a cair em Março, quando registou uma diminuição homóloga de 3,2%. As remunerações baixaram 3,4%.

Fontes: Economia - Pública