O ligeiro aumento trimestral foi determinado pelo forte crescimento do volume de negócios da energia, que aumentou 10,3% em Março, depois de ter chegado a crescer 28,6% em Fevereiro e 23,1% em Janeiro.
De acordo com o INE, se o agrupamento “energia” não fosse contabilizado, o volume de negócios da indústria cairia em termos homólogos 3,8%. Aquele que diz respeito aos bens de consumo caiu 6,9%, o que se refere aos bens intermédios contraiu 5,5%, enquanto o dos bens de investimento subiu 1,6%.
As vendas no mercado interno recuaram em Março 7,6% (tinham caído 5,3% no mês anterior). Para o exterior, continuaram a crescer, mas o ritmo abrandou: face a Março do ano passado, subiram 8,4% (contra 11% no mês anterior).
Contabilizando apenas o mercado nacional, os bens intermédios deram “o contributo negativo mais influente para a variação do índice”, por causa de uma quebra no volume de negócios de 12,4% em termos homólogos. E também o dos bens de consumo caiu 10,6% e o dos bens de investimento diminuiu 6,5%.
Apesar de o agrupamento “energia” ter registado globalmente um crescimento de 10,3% em Março, caiu no mercado interno 0,3%, o que significa que o índice foi sustentado pela subida de 57,6% no mercado externo.
O INE revela ainda dados sobre o emprego na indústria, cujo índice voltou a cair em Março, quando registou uma diminuição homóloga de 3,2%. As remunerações baixaram 3,4%.
Fontes: Economia - Pública
Nenhum comentário:
Postar um comentário