"A gente está olhando uma série de oportunidades que podem viabilizar a participação em leilões e também oportunidades de aquisições", afirmou ele durante o Reuters Latin American Investment Summit, nesta sexta-feira.
A AES Brasil pretende aumentar a capacidade de geração na AES Tietê em 3.000 megawatts (MW) até o final de 2015, com energia eólica e termogeração a gás, sendo que esta última será o foco de interesse para competição no leilão de energia A-5 em outubro, e para o qual cadastrou a termelétrica Termo São Paulo (550 MW), na cidade de Canas (SP).
No entanto, a Termo São Paulo, que também está cadastrada para participar do leilão A-3 deste ano, ainda depende da garantia de suprimento de gás natural para que efetivamente possa entrar no certame. A licença ambiental prévia da usina, que estava suspensa por liminar da Justiça, já foi derrubada em maio, informou o presidente da AES Brasil.
Já o projeto da termelétrica em Araraquara, de 579 MW, no qual a AES Tietê tem uma opção de compra a ser exercida, ainda não deve entrar em leilões neste ano. "Acho pouco provável", afirmou, ao mencionar que os trâmites para que a empresa exerça a opção de compra estão em andamento.
Britaldo Soares disse ainda que a empresa não está avaliando disputar a concessão de hidrelétricas que o governo pretende licitar no leilão A-5 deste ano. "O primeiro interesse nosso no A-5 é cuidar das termelétricas."
No setor de distribuição, no qual a AES Brasil atua por meio da Eletropaulo e da AES Sul, o grupo não avalia o crescimento por meio de aquisições de novos ativos que estariam à venda no momento.
Fontes: Tribuna da Bahia
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