quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Usina termelétrica já produz energia usando bagaço da cana, em Goiás

Após a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizar o funcionamento de três usinas termelétricas no País, uma delas, situada em Cachoeira Dourada, na região sul de Goiás, já está produzindo energia elétrica com o bagaço da cana-de-açúcar, subproduto extraído durante a produção de álcool.

A unidade começou ser construída em maio de 2012 e ainda está em obras, mas desde janeiro deste ano, iniciou os procedimentos para gerar energia. Gerente industrial da usina, Marcelo Cavalli garante que até junho deste ano a energia elétrica produzida na usina poderá abastecer uma cidade de aproximadamente 300 mil habitantes. E, quando as obras estiveram totalmente concluídas, o fornecimento será ainda maior.

“A capacidade dessa usina quando estiver totalmente pronta será de 2,5 milhões de toneladas de cana, gerando 200 milhões de litros de álcool e até 160 mil megawatts/h durante um ano”, afirma o gerente industrial.

Cavalli explica como funciona a geração de energia elétrica no local: “O bagaço da cana é transportado para uma caldeira, onde ele é queimado na fornalha esquentando a água captado do rio, que se transforma em vapor de alta pressão. Com isso, o vapor move uma turbina, que movimenta um gerador elétrico. Para produzir 1 megawatts, são necessárias 3 toneladas de bagaço”.

De acordo com ele, a energia gerada na usina é transportada através de uma linha de produção que se conecta a uma estação da Companhia Energética de Goiás (Celg) do município.

Fontes: G1

Coreanos criam sistema de alta transmissão de energia que não usa cabos

Dois institutos de pesquisa sul-coreanos, o Korea Advanced Institute of Science and Technology (KAIST) e o Korea Railroad Research Institute (KRRI), anunciaram a invenção de um sistema de transmissão de eletricidade de alta potência que não utiliza fios. A tecnologia de recarga via wireless já está sendo implantada nas novas gerações de smartphones, mas a inovação do modelo, batizada de OLEV (On-line Electric Vehicle), é muito mais potente.

A técnica permite enviar de forma estável e constante até 180kW de eletricidade, o suficiente para mover trens, metrôs, guindastes e outros veículos e máquinas pesadas. Para demonstrar a viabilidade da estrutura, os pesquisadores construíram um protótipo com uma locomotiva e um vagão, na estação de Osong, localizada na província de Chungcheong do Norte, na Coréia do Sul.
Esquema de funcionamento da locomotica com o sistema OLEV (Foto: Divulgação/KAIST)

A ideia é testar a locomotiva em viagens para a estação da cidade de Gumi a partir de junho. O veículo fica a 20 cm de distância das linhas de transmissão, instaladas no chão, entre os trilhos da estação, e recebe uma carga de 100 kW de energia, transmitida a 20 kHz, com uma eficiência de 85%.

Em um comunicado oficial, o professor Dong-Ho Cho, diretor da pesquisa pelo instituto KAIST, relatou que a tecnologia OLEV já foi bastante aprimorada desde seu estágio inicial. “A quantidade de transmissão de energia está três vezes maior, e o tamanho e peso dos módulos de captação também foram diminuídos", afirmou. Com isso, foi possível reduzir os custos de produção dos principais componentes. Ainda de acordo com o pesquisador, em breve, o sistema OLEV vai estar próximo de ser comercializado.

Segundo os inventores, o sucesso da técnica vai permitir a eliminação de postes de suporte de fios condutores de eletricidade, tornando possível construir ferrovias com menos espaço e túneis, e acessos menores. Além disso, deve haver uma enorme redução no custo para a edificação e manutenção de vias de transporte ferroviário e no desgaste de seus equipamentos.

Fontes: TechTudo

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Jovem cria gerador capaz de transformar o 'nada' em energia elétrica

O jovem Dennis Siegel, acadêmico da Universidade de Arte de Bremen, Alemanha, criou um tipo de gerador de eletricidade que utiliza radiações eletromagnéticas presentes no ar para criar energia elétrica. Ou seja: seu gerador não precisa de nenhuma ligação ou movimentação física para gerar energia elétrica. Saiu no Gizmag.

Como estamos cercados por aparelhos emissores de ondas eletromagnéticas, como eletrodomésticos, transformadores nos postes das ruas e telefones celulares, falta de ‘matéria prima’ para gerar a energia não há. Siegel usa esse tipo de energia para transformá-la em eletricidade pura.

O garoto ainda não explicou o funcionamento do seu gerador, provavelmente porque ainda não deve ter patenteado o equipamento, mas afirmou que o aparelho é capaz de carregar uma pilha AA por dia. Sabe-se apenas que o gerador criado pelo jovem opera em duas versões: uma para baixas frequências (entre 50 e 60 Hz) e outra para frequências mais altas, variando entre Megahertz (frequência usada por telefonia e rádio) e Gigahertz (frequência usada por bluetooth e WiFi).

Ainda são obscuras as projeções e possibilidades de geração de energia da invenção de Siegel. Por exemplo: não se sabe quanta energia o aparelho poderá disponibilizar, uma vez que não é possível calcular a quantidade de emissão eletromagnética ou radiação necessária para gerar energia suficiente para, por exemplo, alimentar um computador ou outro equipamento maior. Mas, possivelmente, novos estudos responderão a estas perguntas em breve, já que a descoberta ainda é relativamente recente.

Fonte: Boa Informação

Proposta reduz custo de energia em cidade onde há usina hidrelétrica

Proposta proíbe a cobrança de custos de transmissão de energia elétrica para consumidores de municípios onde há usina hidrelétrica instalada. A medida está prevista no Projeto de Lei 4579/12, em análise na Câmara.

De acordo com a proposta, do deputado Mário Negromonte (PP-BA), custos decorrentes da medida serão rateados entre os demais consumidores, proporcionalmente ao consumo. Deste cálculo, no entanto, deverão ser excluídos os consumidores de baixa renda, beneficiados pela tarifa social.

Negromonte destaca que moradores de municípios onde há hidrelétricas consomem a energia produzida nessas mesmas usinas. Assim, segundo ressalta, a energia consumida não transita pelas linhas de transmissão que integram o sistema interligado nacional. “Não é justo, portanto, que as tarifas sejam estabelecidas considerando custos com a transmissão”, afirma.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fontes: Diário de Pernambuco

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Agência Internacional de Energia Atómica alerta que Coreia do Norte violou resoluções da ONU

A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) considerou hoje "profundamente lamentável" o teste nuclear efetuado pela Coreia do Norte e afirmou tratar-se de uma clara violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

A Coreia do Norte "anunciou ter levado a cabo o seu terceiro teste nuclear, apesar dos apelos da comunidade internacional para não o fazer", diz em comunicado o diretor geral da AIEA, Yukiya Amano.

O responsável instou Pyongyang a cumprir todas as resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e da AIEA, adotadas sobre esta matéria.

Este organismo autónomo da ONU, encarregue de promover o uso pacífico da energia nuclear e o desencorajar o uso de armas nucleares, "está pronto" para ajudar a resolver a "questão nuclear" da Coreia do Norte, destaca o diretor geral.

Essa ajuda consistiria em reativar as missões de verificação no terreno, com especialistas da AIEA.

As autoridades norte-coreanas expulsaram os inspetores da AIEA da instalação nuclear de Yongbyon, em 2009, e desde então que se recusam a recebê-los novamente.

Grupo de Carnaval usa urina para gerar energia de carro de desfile

É nesta segunda-feira que o Carnaval brasileiro verá algo inédito: na zona sul do Rio de Janeiro, o carro que transportará os músicos do bloco AfroReggae será movido a urina. É o resultado de um projecto conjunto de uma ONG local e de uma agência de publicidade, que querem chamar a atenção para a poluição causada por bexigas cheias em dias de festa muito bebidos.

“O xixi na rua sempre foi um grande problema do Carnaval no Rio de Janeiro. Essa polemica gerou uma discussão e a ideia nasceu”, revelou diretor de criação da agência JWT São Paulo, Erick Rosa, citado pelo TechTudo, site dedicado à tecnologia do grupo Globo.

O modelo de funcionamento não é original: exceptuando o líquido utilizado, copia o que é utilizado nas fábricas hidroeletricas. Os mictórios – só disponíveis para homens – estão equipados com um dínamo que, movido pelo fluxo de urina, produz a energia que é armazenada em baterias. Estas são depois transportadas para o carro de som.

A energia conseguida desta forma não servirá, contudo, para fazer andar o carro ao longo de todo o desfile. Apesar de os urinóis especiais estarem disponíveis para o público desde sábado e até amanhã, segunda-feira, os responsáveis pelo projeto não estão certos da quantidade de urina necessária para fazer o percurso completo e vão usar uma “fonte paralela” de energia.

“Além do chichi, existirá uma fonte paralela de energia, para aumentar ainda mais a festa e a duração do bloco”, afirmou Erick Rosa. Mas essa é a parte menos importante desta empreitada carnavalesca. O grande objectivo é mesmo consciencializar cariocas e turistas para a sujidade e o mau cheiro provocadas pela urina por estes dias, que tornam as ruas do Rio nauseabundas.

Fontes: Público

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Energia-Consumo: Reservatórios das hidrelétricas sobem lentamente

As usinas hidrelétricas brasileiras vão lentamente aumentando o nível dos seus reservatórios, apesar de ainda estarem bem abaixo do registrado no mesmo período do ano passado.

Com isso, todas as termelétricas do país continuam ligadas, aumentando o custo da operação do sistema elétrico.

Os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste registravam nível de 38,78% ontem, com a usina de Furnas, a principal da região chegando a 35,16%.

No ano passado, esses reservatórios estavam com 76,9% de energia armazenada.

No Sul, única região que teve queda no nível de água dos reservatórios no domingo, o nível era de 42,33%, contra 61,8% há um ano.

No Nordeste, região mais crítica, o nível dos reservatórios era de 34,20%, ante 73,4% há um ano.

A região Norte é a que mais vem apresentado melhora, apesar de ainda estar 40% abaixo do registrado mesmo dia no ano passado, com 53,95%.

Em 3 de fevereiro de 2012, os reservatórios do Norte estavam com 91,8% de água.

Renda e energia renovável

A Caixa Econômica Federal, por intermédio do Fundo Socioambiental Caixa, financiou projeto de geração de renda e energia renovável, que vai beneficiar mil residências do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) na Bahia. A iniciativa promoveu o treinamento em Segurança no Trabalho em Altura para moradores dos condomínios Morada do Salitre e Praia do Rodeadouro, ambos em Juazeiro (BA).

O projeto consiste na instalação de sistemas de microgeração eólica e solar em unidades habitacionais do PMCMV, além do treinamento dos moradores como profissionais de instalação e manutenção de painéis solares. Das 40 pessoas que participaram da iniciativa, 17 são mulheres. Isso permitirá uma renda para famílias com rendimento inferior a três salários mínimos.

A energia gerada irá abastecer as áreas comuns de cada condomínio, devolvendo à rede de eletricidade o que não for utilizado. A estimativa é de que tal medida pode representar a geração de um valor mensal de renda extra de até R$ 110 para cada família. A energia não consumida pelo condomínio poderá ainda, ser vendida à concessionária ou a consumidores livres, gerando renda que será dividida entre os moradores, podendo também ser utilizada em melhorias das condições locais.

Além de beneficiar as famílias com uma renda extra, o projeto produzirá energia limpa e renovável, contribuindo para a redução de gases de efeito estufa, além de proporcionar incentivo à organização social, à formalização de empreendedores individuais e à participação em ações de formação e capacitação técnica.

Trabalho em Altura – Trabalho em altura é toda atividade executada acima de dois metros do nível inferior em que haja risco de queda. Foram realizadas práticas de colocação de cabo guia, uso de equipamentos e escadas, e técnicas de subidas e amarrações, conforme instruções normativas da NR35. Essa norma e estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos com essa atividade.

Além do treinamento prático, os participantes tiveram aulas teóricas, que abordaram os seguintes temas: normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura; análise de riscos potenciais inerentes em altura; condutas em situações de emergência, incluindo técnicas de resgate e primeiros socorros; sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva e individual.

Fundo Socioambiental – Desde 2006, o Programa Caixa Objetivos do Milênio (ODM) vem criando oportunidades nas áreas de educação e geração de trabalho e renda. O Fundo Socioambiental Caixa, instituído em 2010, destina recursos correspondentes a até 2% do lucro anual do banco para apoio a projetos socioambientais.

O acompanhamento dos projetos selecionados é realizado pelos Comitês Regionais Caixa ODM, vinculados às Superintendências Regionais da Caixa, de forma a garantir que o apoio do Fundo Socioambiental Caixa represente um avanço do compromisso do banco, na promoção da cidadania e da sustentabilidade econômica e socioambiental no país.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Redução total da tarifa de energia só será sentida a partir de março

O bolso do consumidor alagoano só sentirá a total redução na tarifa de energia - anunciada pelo Governo Federal no último dia 24, na fatura do mês de março. A redução, que já está em vigor, é de 32% para indústrias e comércios e 18% para todas as faixas de consumidores residenciais, que totalizam cerca de 800 mil clientes da Eletrobras Alagoas.

Em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (28), o diretor de Operação da Eletrobras, Vladimir de Abreu, afirmou que a antecipação da redução da tarifa pela presidente Dilma Rousseff surpreendeu a distribuidora energética alagoana.

Com o desconto, o valor do quilowatt-hora passará de R$ 0,57 para R$ 0,47 entre os consumidores residenciais. "Estávamos esperando que a redução ocorresse a partir de 5 de fevereiro e que o percentual fosse em torno de 16%, porém no pronunciamento, a presidente antecipou para o dia 24 de janeiro e o percentual de redução subiu para 18%", disse.

"Diante dessa antecipação, na fatura do mês de fevereiro ainda vai constar as tarifas antigas, pois, os leituristas (profissionais que fazem a leitura do contador de energia), já estavam colhendo as informações nas residências e pontos comerciais", completou.

De acordo com Abreu, o valor será ressarcido aos consumidores na fatura posterior. "Esses dias que foram lidos com o valor da tarifa antiga será ressarcido na próxima fatura de energia, mas as leituras que já estão sendo feitas a partir de hoje, estão com os 18% de desconto", afirmou.

Segundo Vladimir de Abreu, não é possível antecipar o impacto financeiro da redução da tarifa para a Eletrobras, pois os números são flutuantes e de acordo com as categorias.

"Haverá o impacto financeiro, pois terá uma redução de receita, mas vai haver também uma redução na fatura de energia e nos encargos de transmissão", disse.

“Vamos repassar as reduções que estão ocorrendo. Mas creio que não seremos prejudicados com essa situação. Se a energia fica mais baixa, esperamos reduzir também o índice de inadimplência", completou.

Diferentemente na taxa da energia consumida, nas taxas fixas que vêm na conta, a exemplo da iluminação pública ou parcelamentos de quitação, não há redução. "O abastecimento de energia continua o mesmo. Está garantido os investimentos para o Estado. Já temos hoje R$ 200 milhões de serviços contratados e as reduções não afetarão nos nossos investimentos”, disse o diretor operacional da Eletrobras.

Abreu acredita que o desconto na taxa não aumentará o consumo de energia da população alagoana. "Creio que a sociedade não mudará o hábito de consumo. A intenção é mostrar que não é certo o desperdício de energia", afirmou.


Fontes: G1

Mercado de energia pode afetar balança comercial em 2013

O início de 2013 tem ao menos um ponto em comum com todos os outros anos: a espera por chuva. São as águas que caírem durante o próximos meses - e principalmente nas próximas semanas - que vão definir a situação do mercado de energia no Brasil. Tempos de seca podem significar turbulência econômica.

A balança comercial de 2012 registrou seu pior resultado em 10 anos, com superávit de US$ 19,438 bilhões. O número é o mais baixo desde 2002, quando o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) anunciou saldo positivo de US$ 13,1 bilhões. Para este ano, a previsão também não é animadora: por conta da alta demanda de energia elétrica e das nem sempre favoráveis condições climáticas, o País deve acabar importando petróleo e derivados e freando concessões à Argentina. As medidas podem abalar ainda mais a balança, segundo o presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro. "O mercado de energia está mudando, e essas mudanças vão aparecer em números", diz.

A falta de chuvas é um dos fatores que mais preocupam especialistas. Segundo o presidente da Comissão de Pós-Graduação do Programa de Pós-Graduação em Energia da Universidade de São Paulo (USP), Edmilson Moutinho dos Santos, a previsão de um verão menos seco tem trazido alívio a respeito da situação dos reservatórios das hidrelétricas. Ainda assim, para ele, previsões não são suficientes. "Em 2001, as chuvas não vieram e o racionamento tornou-se inevitável, a única solução politicamente aceitável", lembra. Baixar os preços de energia em 20% é outra preocupação. "Mesmo com a capacidade de produção precária, o governo insiste em materializar uma promessa inadequada de diminuir preços. O crescimento dos consumos de energia já está assustador. Energia mais barata não vai melhorar as coisas", diz. Para o professor, o grande problema é que, a curto prazo, não há precaução caso as chuvas não cheguem em volume suficiente. "No médio e longo prazo, a política de reduzir os preços da energia é muito pobre e não induzirá o caminho rumo a tecnologias e comportamentos mais eficientes", acrescenta.

Buscar competitividade na indústria por meio da diminuição dos custos de energia é, para Santos, uma política fraca. "A busca desenfreada por energia barata conduzirá a perdas de qualidade do suprimento da energia e descobriremos que isso sim afetará dramaticamente a competitividade da nação", diz. Moutinho explica que a diminuição de 20% do custo da energia leva a uma redução média de 0,4% nos custos de produção. A curto prazo, a solução seria recorrer às estatais Petrobras e Eletrobras para que, caso as chuvas não viessem em quantidade suficiente para suprir a demanda do consumidor, fossem feitos investimentos emergenciais para evitar racionamento.

Já as medidas de médio e longo prazo requerem mais esforço. "Se devemos mudar a política macroeconômica rumo aos investimentos, novamente o setor energético pode dar excelente contribuição, pois tem projetos e capacidades tecnológicas e de gestão. Os investimentos da Petrobras e da Eletrobras são muito mais eficientes e efetivos. Descapitalizar essas empresas é, portanto, inaceitável", afirma.

Fontes: TERRA