quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Energia obtida por cientistas através do esgoto pode ajudar a tratar água

Cientistas norte-americanos podem ter descoberto uma nova forma de produzir energia limpa a partir da águas residuais, segundo um novo estudo de cientistas da Universidade de Stanford, publicado na segunda-feira, 16 de setembro, no periódico Proceedings of National Academy of Sciences (PNAS).

Engenheiros desenvolveram um método mais eficiente que consiste em utilizar micróbios para obter eletricidade a partir da água residual, informou à AFP. Eles esperam que esta técnica possa ser usada em usinas de tratamento de esgoto para neutralizar os poluentes orgânicos em "zonas mortas" de lagos e mares onde o desague de fertilizantes exaure o oxigênio, sufocando a vida marinha.

Por enquanto, a equipe de pesquisadores da Universidade de Stanford começou a trabalhar em pequena escala, com um protótipo do tamanho de uma pilha D, que consiste em dois eletrodos (um positivo e um negativo) mergulhados em uma garrafa de água residual, cheia de bactérias.

Modelo consegue aproveitar cerca de 30% da energia potencial das águas residuais, aproximadamente a mesma taxa de painéis solares

À medida que as bactérias consumiram a matéria orgânica, os micróbios se concentraram em torno do eletrodo negativo, expulsando os elétrons, que foram capturados, por sua vez, pelo eletrodo positivo. "Chamamos isto de pesca de elétrons", explicou o engenheiro ambiental Craig Criddle, um dos principais autores do estudo. "É possível ver que os micróbios constroem nanofios para descarregar o excesso de elétrons", acrescentou Criddle.

Os cientistas há muito conhecem estes micróbios, denominados de exoeletrogênicos, que vivem em ambientes sem ar (anaeróbicos) e que são capazes de "respirar" óxidos de minerais no lugar de oxigênio para gerar energia.

Ao longo dos últimos 12 anos, alguns grupos de pesquisa testaram abordagens diferentes para transformar estes micróbios em biogeradores, mas se mostrou difícil aproveitar a eficiência energética.

Segundo os cientistas, seu novo modelo é simples, porém eficiente, e consegue aproveitar cerca de 30% da energia potencial das águas residuais, aproximadamente a mesma taxa de painéis solares disponíveis comercialmente.

Eles admitiram existir menos energia potencial disponível nas águas residuais do que nos raios solares, mas afirmaram que o processo tem um benefício adicional: limpar a água. Isto significa que pode ser usado para compensar parte da energia utilizada atualmente para tratar o esgoto.

Fontes: iBahia

Economia de energia: Brasil ainda consome 300 milhões de incandescentes por ano

O mercado brasileiro de lâmpadas incandescentes gira hoje ao redor de 300 milhões de unidades vendidas anualmente. “Esse número já caiu bastante desde o ano 2000, quando o consumo era da ordem de 500 milhões ao ano”, informa o CEO da Avant, Gilberto Grosso, empresa fabricante de lâmpadas há 15 anos instalada no Brasil. 

Mas, ainda hoje, praticamente 70% das residências brasileiras são iluminadas pelas incandescentes. “Essas lâmpadas foram eleitas as grandes vilãs do gasto com energia elétrica, porém são muito baratas. Esse consumo somente acabará em 2016, quando o Brasil proibirá definitivamente a comercialização dessas lâmpadas”, acrescenta o executivo.

“O aumento da adoção das chamadas lâmpadas econômicas começou efetivamente em 2001, quando o Brasil viveu o seu apagão de energia elétrica. Hoje, cerca de 190 milhões de compactas fluorescentes são vendidas por ano, gerando uma redução de até 80% de energia. E a tendência é de crescimento dessas vendas à medida que as incandescentes forem saindo de cena”, finaliza Grosso.

O programa brasileiro de erradicação das incandescentes começou em junho de 2013 com a proibição da venda das lâmpadas de 150W, estendendo-se até 2016. Em 2014 será a vez do fim das de 100W, em junho de 2015 as de 60W e, as últimas, em 2016, de 40W.

Fundada em março de 1998, a Avant é referência nacional no mercado de lâmpadas, sendo reconhecida e prestigiada pelos profissionais e consumidores brasileiros pela excelência no lançamento de itens para iluminação, na prestação de serviços e pela qualidade e diversidade do seu portfólio de produtos. Entre eles, destacam-se LEDs, lâmpadas fluorescentes, compactas econômicas, halógenas e de descarga, lanternas, luminárias (de emergência e hermética), refletores e produtos de segurança (anunciador de presença, campainha digital sem fio, sensor de presença e temporizadores analógico e digital), entre outros.

Sediada em São Paulo, a Avant tem forte atuação em todo o País, por meio de um Gerente Nacional de Vendas, cinco Gerentes Regionais e aproximadamente 120 representantes comerciais distribuídos por todos os Estados brasileiros. A empresa atende diretamente a cerca de 3.600 pontos de venda, entre lojas de material elétrico, revendas de material de construção, home centers e supermercados, além de atuar fortemente como parceira de lighting designers, arquitetos e engenheiros. 

Para assegurar rapidez e eficiência no atendimento, conta com dois Centros de Distribuição: em São Francisco do Conde (BA) e em Joinville (SC), operando com sistemas automatizados de controles, como o WMS na expedição e gerenciamento dos estoques, e o EDI na administração logística. Na Bahia possui também uma fábrica de montagem de luminárias e de lâmpadas compactas de alto fator de potência. 

Todas as lâmpadas da Avant são produzidas em fábricas de primeira linha localizadas na China, Taiwan e na Coreia do Sul. O fornecedor das compactas fluorescentes, por exemplo, é líder mundial na fabricação deste tipo de lâmpada, abastecendo as principais multinacionais que atuam nessa área. Todos os itens que recebem a marca Avant obedecem a minuciosos critérios de qualidade antes de entrar no mercado nacional, cujos padrões tecnológicos e de segurança são assegurados pelo rigoroso planejamento e controle das operações, e atestados no Brasil pela certificação do Inmetro/Procel. 

O carro-chefe da empresa é a linha de lâmpadas compactas fluorescentes, segmento em que detém aproximadamente 10% do mercado brasileiro, tendo comercializado 18 milhões de unidades no último ano. Sua meta é conquistar 20% desse setor nos próximos cinco anos. Para 2013, a previsão de crescimento no faturamento da companhia é de 15% em relação a 2012. O incremento se dará através do aumento das vendas de produtos tradicionais e da ampliação no portfólio de itens com tecnologia de ponta, principalmente os que utilizam LED.

Fontes: iBahia

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Relatório sobre queda de energia no Nordeste está para ser finalizado

O relatório sobre a interrupção no fornecimento de energia que afetou nove Estados nordestinos em agosto está em vias de ser finalizado, mas depende ainda, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), de últimas análises para ser apresentado. "Já temos origem, causa e todas as consequências. Faltam ainda algumas análises mais específicas", disse nesta quarta-feira o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, durante audiência pública sobre o blecaute na Câmara dos Deputados.

A interrupção no fornecimento de energia aconteceu dia 28 de agosto e afetou nove Estados nordestinos. De acordo com o ONS, o problema foi devido a uma queimada em fazenda no município de Canto do Buriti (PI). Segundo Chipp, não é necessário que o fogo tenha alcançado as linhas para causar um curto circuito e desligar parcialmente o sistema - no caso, a linha de transmissão Ribeiro Gonçalves-São João do Piauí.

Posteriormente, o circuito foi religado manualmente, mas um novo desligamento ocorreu devido a outro incêndio na mesma região, o que deu dimensão ainda maior ao problema, segundo informou o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann, também durante a audiência.

"A perda de apenas uma linha do Nordeste não causaria impacto, mas o sistema não é planejado para a perda de dois elementos", disse o secretário. Ele acrescentou que sistemas complexos, como o brasileiro, precisam constantemente de realimentação e que, em geral, sistemas não são estáveis "ad eternum". Por isso, acrescentou, precisam sempre de melhorias, "apesar de o Brasil possuir uma fonte hidrelétrica privilegiada e conseguir índices de desempenhos acima do que há no mundo".

Zimmerman também informou que, em dois anos, todas as capitais do País estarão conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). "Já estamos ligando Manaus e em dois anos será a vez de Boa Vista."

O diretor Geral da Aneel, Romeu Rufino, acrescentou que há um grande dilema entre modicidade tarifária e investimentos em segurança. Segundo ele, investir em segurança resulta em mais eficiência. "Mas custa mais", argumentou.

Fontes: Terra

Energia: mais segurança pode elevar tarifas

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, avaliou que o aumento da segurança do sistema de transmissão de eletricidade, capacitando-o para suportar quedas simultâneas de linhas de transmissão tem um custo, que pode impactar as tarifas. "Contingenciar o sistema para uma ocorrência dupla custa mais e essa segurança não pode ser a qualquer custo. É preciso dosar a segurança com a modicidade tarifária", afirmou, em audiência pública na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados.

O apagão ocorrido na região Nordeste no fim de agosto ocorreu porque duas linhas foram atingidas por queimadas, enquanto o sistema nordestino suporta a queda de apenas uma linha. Rufino lembrou que a Aneel abriu processo de fiscalização sobre as empresas que administram as linhas afetadas - Taesa e Ienne - e explicou que algumas geradoras também estão sendo fiscalizadas para verificar o processo de recomposição do fornecimento de energia.

"A agência vai apurar os fatos de maneira rigorosa. O processo dá tempo para que os agentes se manifestem, e quem tiver culpa será responsabilizado", disse. Ele destacou que a Aneel determinou que as duas empresas limpassem imediatamente a vegetação das faixas das linhas de transmissão e enviou de maneira preventiva um alerta para todas as outras transmissoras.

O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, disse, ontem, que, depois de Brasília, o Nordeste deve ser a próxima o receber o sistema de "contingência dupla", chamado N-2.

Trata-se de um reforço nas linhas de transmissão em que o abastecimento é feito com três linhas, ou seja, ainda que falhem duas, a mesma área segue recebendo carga elétrica. "Acredito que depois de Brasília será a região Nordeste, porque faz a interconexão entre as regiões Norte e Sul", disse.

Além de Brasília - em que esse reforço está em processo de implantação - só Itaipu é conectada com sistema N-2. "Não existe país no mundo que utilize esse como um critério geral", completou, justificando o motivo pelo qual esse mesmo modelo não será implantado em todo País.

"Em Brasília os resultados são positivos. O investimento não foi tão grande, porque em algumas áreas isso não precisou ser feito. Se identificou que as chances de falha em alguns pontos eram muito pequenas, então não vale a pena", afirmou. "Nessas situações adota-se apenas medidas preventivas", disse.

Chipp disse também que vem defendendo maior uso de térmicas na matriz energética. Essas usinas são mais caras e mais poluentes, porque usam, carvão ou óleo combustível para operar. "(É importante aumentar esse uso) Especialmente na região Sul. Isso nos faria operar com maior segurança quando a hidrologia estiver desfavorável".

Fontes: Diário do Nordeste

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Vento e sol impulsionam energia limpa no mundo

Basta olhar para a evolução da energia eólica no Brasil para ver a velocidade com que as fontes de energia renováveis estão avançando. Em 2005, eram produzidos apenas 2,7 megawatts. Mas, já no fim de 2012, as turbinas instaladas no Brasil aproveitavam o vento para produzir 2 500 megawatts. A tendência de buscar energias limpas é mundial. A capacidade de geração de energia solar no mundo, que demorou décadas até ser viável comercialmente, aumentou 900% nos últimos cinco anos.

O melhor exemplo vem da China, que investe pesadamente para tentar se livrar da dependência de combustíveis mais poluentes, como o carvão. Lá o mercado de energia limpa chegou a 65 bilhões de dólares em 2012, um quarto dos investimentos totais do mundo. A meta da Associação das Indústrias de Energia Renovável da China é que o país chegue a 100 000 megawatts de energia eólica conectada à rede em 2015.

No Brasil, leilões em 2011 e no mês passado garantiram que até o fim de 2014 pelo menos 100 novos parques eólicos sejam construídos. Para continuar ganhando força, no Brasil e no mundo, a produção de energia limpa pode usar algum tipo de subsídio do governo na produção. Segundo a Agência Internacional de Energia, 775 bilhões de dólares são gastos todo ano com subsídios à indústria do petróleo, valor 12 vezes maior que os investimentos para a implementação de energias limpas, como solar, eólica e geotérmica.

Não apenas com subsídios diretos, mas também por meio de legislação, o governo pode impulsionar o mercado de energias renováveis. A autoprodução (onde grandes indústrias geram a própria energia) mais que dobrou na última década. Para assegurar que as indústrias usem não apenas motores a diesel ou carvão para alimentar as máquinas, uma lei de 2004 prevê benefícios a quem adotar geradores de biocombustíveis ou pequenas hidrelétricas.

No caso da energia solar, em vez de grandes complexos, alguns países têm apostado no incentivo à produção individual: na Alemanha, o governo iniciou este ano um programa onde paga uma parte das baterias de armazenamento. Aqui no Brasil, uma resolução de 2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) garante créditos para as casas que venderem o excedente de energia produzido pelas células fotovoltaicas. Quando o morador produz mais do que consome, a eletricidade devolvida à rede garante abatimentos que podem ser usados ou na própria residência ou em outro local, como um escritório. Com isso, o investimento em um painel solar – entre 10 000 e 20 000 reais para uma casa média – poderá ser recuperado. No site do Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina (Ideal), há um simulador em que é possível saber o consumo e o custo de um painel solar para abastecer a residência. Governo, empresas e pessoas podem fazer a sua parte para produzir energia mais limpa.

Fontes: EXAME

SP pode isentar equipamentos de energia solar de ICMS

O governo do Estado de São Paulo pretende isentar do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) todos os equipamentos voltados para a geração de energia solar. A informação é do secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal. "Nossa expectativa é que possamos dar isenção integral de ICMS para a energia solar como já fazemos para as energias eólica e de biomassa", disse o secretário, durante o seminário "O Aproveitamento da Energia Solar - Painéis Fotovoltaicos", realizado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

O problema para o setor de energia solar, de acordo com o secretário, é que os aparelhos são quase todos importados. "Estamos adicionalmente fazendo esforço para estimular a produção destes equipamentos", disse.

Aníbal criticou ainda o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), Mauricio Tolmasquim, que teria afirmado que o governo federal manteria a proposta de indenizar o governo do Estado de São Paulo pela não renovação da concessão da usina hidrelétrica Três Irmãos em apenas R$ 1,8 bilhão, porque a diferença entre o valor oferecido e os R$ 7 bilhões pedidos por São Paulo viria da falta de eficiência da usina. "Ele está por fora, querendo manter uma informação equivocada. É uma ignorância do Tolmasquim."

Segundo Aníbal, no caso de Três Irmãos, a condição foi fazer o Canal Pereira Barreto, a eclusa na usina e plantar uma fazenda para preservação de espécies. E estas obras não estão sendo consideradas. "Eles dizem que o valor é esse (R$ 1,8 bi). Queremos saber como se apurou esse valor", questionou, acrescentando que o leilão da concessão da usina deveria ser feito agora em setembro, mas o governo federal pode deixar para janeiro sob a alegação de que está estudando as metodologias.

Fontes: Diário do Grande ABC

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Energia renovável pode crescer 47% no Brasil até o ano de 2050

O Brasil tem potencial para chegar a 2050 com uma matriz energética com 66,5% de participação de fontes renováveis, como vento, sol e biomassa - presença 47% maior do que a observada hoje. A estimativa foi feita pela ONG ambiental Greenpeace, que divulgou ontem o relatório Revolução Energética. A análise considera pela primeira vez o uso de energia como um todo, para os setores elétrico, de transportes e industrial. Se for isolada a matriz elétrica, a participação de renováveis, de acordo com o estudo, pode chegar a 92%. 

Trabalhando com projeções de crescimento da economia e da população, o estudo calcula quanto deve ser a demanda de energia do País para daqui a 40 anos e a participação que cada tipo de fonte pode ter na matriz - com base no seu potencial, na sua viabilidade econômica e na forma como o mercado tem se movimentado, independentemente de ações do governo. 

A ideia é não só reduzir a participação dos combustíveis fósseis, mas também das hidrelétricas, que hoje respondem por 88,8% da matriz elétrica, segundo dados de 2012 da Empresa de Pesquisa Energética. 

Essa porcentagem deixa o Brasil na confortável posição de ter a produção de energia mais limpa do mundo, mas deixa aberta uma brecha para que o País recorra às termelétricas - fontes sujas, que emitem grande quantidade de gases de efeito estufa - quando há um forte período de seca que reduz o volume de água nos reservatórios. A cada ano, o País vem ligando as termelétricas por mais tempo, chegando, neste ano, por exemplo, a um custo com elas 50% superior ao previsto. 

Se o modelo brasileiro seguir no ritmo atual, as hidrelétricas responderiam por 54,4%; as termelétricas a gás natural por 23%, as eólicas por 7,6% e a solar não chegaria a 2%. Aproveitando melhor o potencial para as renováveis, a participação das hidrelétricas poderia cair para 39,6%; a das eólicas subir para 21,1%; a da solar para 23% e a das térmicas cair para 6,5%. 

O estudo calcula que, mesmo sendo necessário um investimento inicial de R$ 690 bilhões a mais do que o governo já vinha planejando gastar com energia para atingir esse cenário, ele pode render uma economia de R$ 1,11 trilhão até 2050.

Fontes: IG Notícias

Agência de Energia descarta intervir no mercado de petróleo

A Agência Internacional de Energia (AIE) disse nesta quinta-feira que os mercados de petróleo estão bem abastecidos e que não chancela qualquer ação dos países do Ocidente apesar da recente alta nos preços.
"Embora a AIE, como sempre, está pronta para responder no caso de uma importante interrupção de oferta, a atual situação não pede uma resposta da AIE", disse um porta-voz do secretariado da entidade, em Paris, por meio de um comunicado por email.

A AIE reúne países desenvolvidos que detêm estoques estratégicos de petróleo que podem ser liberados em caso de problemas de abastecimento.

Preços do Brent, referência no mercado internacional, subiram 9 dólares para 116 dólares por barril em agosto, devido a interrupções na oferta da Líbia e por um potencial ataque dos EUA contra a Síria.

Fontes: EXAME