O modelo permite que os clientes paguem uma taxa inicial de cerca de US$ 10 por um kit, que inclui um painel solar e uma unidade que alimenta luzes LED e carrega pequenos dispositivos, como celulares. A energia então pode ser paga conforme usada, ou a cada semana, ou quando as famílias tem algum dinheiro sobrando. Assim, em aproximadamente 18 meses o kit solar é quitado e a eletricidade passa a ser gratuita para o proprietário.
O sistema é semelhante a alguns modelos já existentes na África que permitem que centenas de milhões de africanos comprem minutos de telefonia móvel e querosene de forma progressiva. Agora, as famílias descobriram que em vez de gastar US$ 2 a US$ 3 por semana com querosene, eles pagam menos da metade para a energia solar.
Além da Azuri, Angaza Design e M-KOPA são outras empresas que oferecem serviços semelhantes em todo o continente. Suas bases de clientes provam a popularidade da energia solar acessível. A Azuri tem mais de 21.000 clientes em 10 países, enquanto a M-KOPA tem 30.000 e Angaza está quase prestes a alcançar 10.000.
Fontes: Catraca Livre
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