A nova empresa do grupo já nasce com contratos futuros de fornecimento de 800 MW de energia eólica, afirma o presidente da companhia, Max Xavier Lins. Estimativas de especialistas indicam que, em quatro anos, o setor eólico deve ampliar sua participação na matriz energética brasileira de 1,3% para 5,3%.
O salto na participação da matriz energética espelha a capacidade estimada da geração eólica no País. Em 2008, a capacidade de geração desse tipo de energia era de 340 MW. Agora se estima que, com a entrada em operação de novos parques, o País deve estar produzindo em 2014 acima de 7 mil MW.
Fontes: Terra
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